22 de janeiro de 2012

Haja CORAção. O nascimento de uma estrela, ou melhor do Céu inteiro. Apresentando Celeste e irmã da Cora.

Era 19 e tudo corria bem, uma ansiedade para a chegada de Celeste que passara da data prevista, porém ainda dentro do limite. Foi aí que ás 13 horas as contrações (braxton-hicks ou falsas), que já vinham dias a fio, começaram a ficar ritmadas e doloridas, desencadeando o trabalho de parto, como deveria ser.
Devido a esse quadro, no meio da tarde ligamos para o hospital Brasília, para reservar o quarto, pois queríamos um que a varanda fosse virado para o jardim, caso não fosse possível, procuraríamos o hospital Santa Lúcia, que é munido de uma boa ala de pediatria.
Seguramente nunca sentiremos, digo pelos homens ou as que infelizmente tem medo e ou são impossibilitadas de passar por um parto natural, as famosas dores do parto, ditas as mais fortes entre as dores. Continuando, por volta das 11 horas da noite as contrações ritmaram a cada 5 minutos o que indica trabalho de parto efetivo e ao nosso ver a melhor hora de avisar o médico e se dirigir ao pronto socorro do hospital escolhido.
Malas no carro, médico avisado e contrações a cada 5 minutos por mais de uma hora, seguimos para mais um parto no Hospital Brasília.
O doutor Petrus Sanches como sempre muito atencioso nos encontrou no pronto socorro, onde já havíamos recebido os atendimentos do plantonista, doutor Mauro. Lá ele organizou a papelada da internação e nos enviou para o nosso quarto.
O trabalho de parto seguia muito bem e dolorido como esperado até as 4 e 20 da manhã, sempre com o acompanhamento do doutor Petrus, que fazia acompanhamento da evolução a cada 25 minutos.
Oba, enfim chegamos nos esperados 9 centímetros de dilatação do colo do útero, a Carol nesse momento já estenuada das contrações resolveu por acatar o rompimento artificial da bolsa, que aceleraria o nascimento da Celeste. Então o doutor apenas com o toque do dedo perfurou a túrgida bolsa, que continha uma grande quantidade de líquido aminiótico.
Pelo fato da quantidade de líquido estar no limite máximo aceitável como normal, no rompimento da bolsa ocorreu um fluxo muito grande de líquido, como o estouro de um balão com água. Devido a esse grande fluxo, o cordão umbilical saiu para o canal vaginal antes da cabeça da Celeste, um quadro extremamente desfavorável, já que se a cabeça se encaixasse no canal estrangulariria o cordão, cortando assim o fluxo sanguíneo para o bebê.
Quando o doutor Petrus constatou esse quadro através de um “toque”, iniciou ali uma grande mobilização para realização de uma cesária de emergêngia, para evitar o tal prolapso, que é exatamente o estrangulamento do cordão.
Cirurgia realizada com grande sucesso, veio então ao mundo nossa linda e terceira filha, a Celeste. Abrindo uma pausa, como ouvi dias desses, isso se assucedeu por eu ser um cara que só faço o que gosto, por isso só fiz mulher.
Como não podia mais permanecer ali, deixei Carol e Celeste no centro cirúrgico e volte para o quarto para descansar um pouco. Acordei após umas 2 horas de sono e fiquei aguardando o retorno das minhas mulheres. Passou 1, 2, 3 horas e nenhuma notícia. Quando resolvi que passava de hora de buscar a tal notícia, que meu mundo quase veio a baixo.
Fui recebido na porta do centro cirúrgico pelo médico de plantão que me passou, não sei por que gostam de omitir fatos, a notícia que ela tinha tido uma intercorrência, mas em breve iria para o quarto.
Passada uma hora recebi de uma enfermeira a notícia que a Carol tinha tido um sangramento excessivo e estava recebendo transfusão. Imediatamente liguei para o doutor Petrus que disse já estar ciente e a caminho do hospital.
Daí para frente um grande pavor toma conta de mim, porém mesmo assim consegui manter a calma, uma vez que a Celeste saiu do centro cirúrgico e foi internada no quarto comigo.
O doutor Petrus quando chegou foi ver o quadro da Carol e logo veio trazer as notícias. O quadro dela era preocupante, pois o sangramento era importante e o útero estava “mole” e havia a possibilidade de sua retirada, caso não contraísse com o medicamento e parasse o sangramento.
Pedi então ao doutor Petrus que me levasse ao centro cirúrgico para ver a Carol e ele assim o fez. Naquele momento o sangramento havia diminuído, porém a urina estava saindo pela sonda com bastante sangue. Por isso a Carol foi levada para fazer uma tomografia para ver se havia ferimento na bexiga ou em algum outro órgão.
Uma surpresa durante o exame, sangue nos rins, fato até agora não explicado, mesmo após ouvir a opinião de alguns outros médicos de diferentes especialidades.
As 18 horas a Carol foi levada do centro cirúrgico direto para UTI, mesmo com um quadro mais estável, foi levada por precaução, já que ali há um monitoramento constante.
Imagino que noite a dela, passar lone da Celeste, já que esta não podia entrar na UTI. No entanto tivemos uma noite super tranqüila a vovó Tê passou a noite conosco. O papai teve um merecido apagão, após horas de tensão de um trabalho de parto mais uma cesária e ainda uma aflição com a situação da querida (e linda, diga-se de passagem) companheira.
Após 21 horas na UTI a Carol foi recebi com muitos sorrisos no quarto, éramos só eu e Celeste, mas os sorrisos eram tão grandes que valiam por centenas. Fizemos um cartaz de boas vindas na tela do computador e tocamos Robertão (eu te darei o céu meu bem) música bem apropriada para a ocasião.
Após a saída uma visita maravilhosa, a Corinha (auto intitulação), veio ver a “telete”, foi um amorzinho, pedindo para a maninha não chorar, dando beijos e carinhos, tudo filmado.
Hoje somos uma família “mais” completa.










Após a tempestade vem sempre a bonança.

17 de janeiro de 2012

Boas lembranças da infância





Hoje fomos ao Parque da Cidade. Pura diversão. Prazer enorme estar com vocês, família! Amo!

16 de janeiro de 2012

Guardando luz

Continuo gestando Celeste. Ontem era a data prevista do parto, quando completamos 40 semanas. Mas Celeste está achando booom ficar guardadinha em mim, sem pressa nenhuma de mostrar seu brilho. Quentinha e colada num coração que pulsa amor... Celeste prefere curtir mais uma lua no ventre da mamãe.

Família e amigos têm ligado e entrado em contato com muita frequencia, pra saber se rebentamos, pelo que agradeço muito a atenção, preocupação e carinho. Porém... confesso que não aguento mais ouvir "essa menina não quer nascer não é?". É muito chato, de forma que estou até evitando as festas de família e amigos.

Esclarecendo a todos: uma gestação a termo (bebê maduro) dura de 37 a 42 semanas. Ou seja, desde 25 de dezembro de 2011 Celeste está protinha para vir ao mundo. Porém, não é nada anormal que a gravidez vá até o dia 29 de janeiro de 2012, sem riscos para mim e Celeste.

Portanto, sem pressão, pessoal. Agradeço a atenção e adianto que está tudo super bem, na santa paz, e no ritmo da Celeste. Ela virá e irradiará quando achar conveniente.

Há quinze dias atrás, eu estava me sentindo um tanto insegura, pesada. Hoje me sinto super disposta e firme, tranquila para parir. Que venham as contrações!


10 de janeiro de 2012

Como é fogo estar no fogo

Após meses de ausência da função escritor, volto para contar o que se passou no tempo decorrido. então vamos lá:

Nesses últimos meses muitas coisas ocorreram na minha vida que influenciaram toda a famíla. Estávamos muito tranquilos em Rio da Conceição, quando nosso amigo Gustavo Juquerí me envia um correio eletrônico dizendo de uma oportunidade de contrato temporário de 5 meses no IBAMA/PREVFOGO em Barreriras-BA, cerca de 260 Km de casa, no cargo de Gerente do Fogo Estadual.

No início pensei que não estaria bem deixar a família para trás, porém ao conversar com a Carol, minha grande amiga, ela me salientou da grande oportunidade de aprendizado que poderia proporcionar, que serviria como forma de estudo para os concursos da área ambiental que poderiam vir e sendo relativamente perto, poderia voltar para casa aos finaiss de semana.

Sendo umaa pessoa muita boa e uma grande companheira disse que a famíla estava disposta a encarar essa barra em prol de uma estrelinha no curriculo e uma grande experiência. Como dito seria uma grande forma de estudar um órgão federal estando dentro dele, mesmo que por apenas 5 meses e digo logo que realemnte foi, mudou muito minha visão do "negócio".

Iniciado em julho, época que o fogo já assolava a o ecossistema baiano. Fiquei responsável por coordenar as brigadas de 3 municípios Barra, Barreiras e São Desidério. O trabalho em sí não foi o muito difícil, mas sim a distância da família o que mais me e nos consumiu.

Me acho um bom pai e um bom marido e por isso senti muito a falta de acomnhar a maior parte da gestação da Celeste, que deve chegar a qualquer instante, mas prometo compensar com muito carinho quendo ela estiver em meus braços.

Combater incêndios florestais é uma atividade muito desgatante, quando feita por pessoas treinadas é bonito de se ver. "Meus" brigadistas eram muito bons e destemidos o que proporcionava um pouco de aflição para mim que estava responsável por eles, porém trabalhavam muito bem, o que me tranquilizava. O treinamento realizado pelos instrutores do PREVFOGO é muito bom e a seleção realmente escolhe os melhores, sem interferências de qualquer parte.


No dia 22 de agosto um grande susto, saíde casa as 4 da manhã para ir para Barreiras como fazia as segundas feira, ao passar por Luis Eduardo, por volta das 6 da mnhã no lusco fusco, um cavalo na pista que ví a uma distância muito desconfortável e agora o que fazer, mas quando vi tinha desviado dele e o carro estava e cabeça para baixo, que susto. quando carro escorria no asfalto com as rodas para cima eu só pensava "para, para, para" e ele parou sem ir para a terra e sem capotar mais vezes, que na verdade nem sei quantas foram.

Como puderam acompanhar nas postagens da Carol esse período foi um pouco penoso com nascimento de dentes, com saudade do papai, troca de secretária do lar, porém estamos firmes e fortes para contar nossa hitória.

Espero esse ano dar mais o ar de minha graça nesse meio escrito, sei que só depende de mim, por isso vou me esforçar.

8 de janeiro de 2012

Onde? Como e por que?

Há mais de mês em Brasília. 
Na espera do brilho da Celeste. 
Que está guardada em mim, me iluminando por inteira, me fazendo mais inteira.

Adaptação difícil essa do interior pra cidade. Muito mais que o contrário. Acostumamos mesmo com o mato, com o simples, com o nosso lar. Superada a adapatação, estamos super confortáveis por aqui.

A família está nos recebendo com imenso amor, atenção e paciência. Sabemos que damos muito trabalho... é esse nosso jeito desleixado de viver estrambelhado! Obrigada por tudo, família!

Na semana que chegamos em Brasília, bem no dia do aniversário do Vovôzão, nasceu mais um dente de Cora. Pré-molar superior direito. Febre, coco mole e muita irritação marcaram mais um processo de dentição. 

Grande orgulho ainda não mencionado, mas há quase dois meses em estágio: é Cora deixando as fraldas. Tivemos uma conversa quando das minhas férias em outubro: "filha, a partir de agora, a mamãe não vai mais colocar fraldas na Nega. Quando a filhinha quiser fazer pipi ou coco, ela vai falar pra mamãe: 'mamãe, quero fazer pipi', ou 'mamãe quero fazer coco' e então nós vamos usar o vaso, ok?" - "tá".

No mesmo dia, ela não fez mais xixi nem coco nas calças, pediu para mim todas as vezes. Fiquei super orgulhosa! E isso se repetiu durante todas as minhas férias. Muito esperta nossa amada. 

Detalhe: o Vovô Célio fez um troninho pra Nega, mas ela se recuusou a usar. Por isso, resolvemos utilizar o redutor de assento no banheiro, o que ela adorou!

Porém... logo as férias acabaram e na minha ausência, apesar de eu ter conversado com ela pra pedir para a Socorro levá-la ao banheiro e ter conversado com a Socorro sobre o processo, ela voltou a usar fraldas. Segundo a Socorro, Cora não dizia para ela que precisava ir ao banheiro. Achei estranho, pois comigo e com o Louva em casa, ela pedia sempre. Senti que essa é era uma missão mamãe e papai, que só seria estabelecida com nossa presença diária, o que está se dando aqui em Brasília.

Chegando em Brasília, resolvemos reintroduzir a ideia de usar o troninho feito pelo Vovô. Dessa vez, ela aceitou numa boa. Melhor ainda, pois como está ao alcance dela, tem vezes que ela vai sozinha pro troniho fazer suas necessidades.

Ainda tem dias que faz xixi na calcinha, seja porque não dá tempo de correr pro troninho ou por outro motivo. Ai, ai... a verdade é que essa garotinha me enche de orgulho a todo momento.

Aqui em Brasília, Cora também passou uns dias muito anti-social, irritada e chorona. Era não pra tudo e todos. Uma verdadeira onçinha! Adaptação e dentição contribuíram. Foram dias difíceis. Ela só queria fiacr comigo, no colo. e eu com todo meu barrigão de fim de gestação, também sofrendo com adaptação... Nuh! Confesso que minha paciência e habilidade de mãe foram colocadas à prova. Daí logo percebi que o incondicionável amor de mãe é a fonte das forças necessárias para driblar esses momentos. Confesso que meu amor cresce a todo momento!

Ainda bem que, superada as dificuldades de adaptação, Cora tem melhorado seu comportamento em casa e em público a cada dia. Está super faceira e enérgica. Apesar da dentição continuar marcando touca... agora são as presas que estão dando sinais de surgir.

Cora demonstra contentamento com a chegada da irmãzinha. Dá beijos, faz carinho e cócegas (essas últimas principalemnte) na barriga. O momento de passar o hidratante na "Teleste", é com ela mesmo! Acaricia a mana com muita alegria. Celeste corresponde às carícias da mana se mexendo no ventre.

Enfim, casa e coração prontos pra receber nossa estrelinha. Momento de muita expectativa. Ontem senti contrações e pensei que já a teria nos meus abraços hoje. Mas ainda não. Está confortável em mim, aproveitando nossa máxima intimidade. E eu, apesar de ansiosa, amando ter luz em mim!

Gestar é o máximo!

15 de novembro de 2011

3 de novembro de 2011

Cara de quem?

Uns dizem que sou a cara do meu pai

outros, me confundem com a prima Bia

Tem quem diga que sou a lata da Vovó

 Mas o que a mamãe acha mesmo, é que pareço uma flor!



Nos últimos dias, demos um pulo rápido em Brasília para consultas e exames pré-natal. Para conhecimento de todos, Celeste e mamãe estão super! Glicose, hemácias, batimentos, pressão... tudo excelnete! A ecografia disse que Celeste está com 38cm e 1.120g. Fez o maior charme chupando o dedinho durante o exame!

Minha barriga está enorme... bastante complicado carregar Cora no colo agora. Ainda bem que Cora gosta muito de bater perna!

No retorno para o Tocantins (dia 28/10), vieram nos deixar o Vovôzão, Tia Nani e Prima Isabele. Passamos em LEM para buscar o papai, que veio ficar em casa por maravilhosos 05 dias!

Cora dormindo abraçada com o pacote de "mamão" no colo da Tia Nani, junto com a Isabele

Um mergulho com o Vovôzão no Rio Balsas

Papai e suas 03 meninas

18 de outubro de 2011

Mais um dentinho!

Já mencionamos que a dentição da Cora é bastante difícil. E é. Recentemente, ela teve uns dias de febre, côcô mole e brilhante, falta de apetite e muito dengo. Chutamos e acertamos: dente novo na área, ou melhor, na arcada! Molar ou pré-molar superior esquerdo. Somente ontem consegui senti-lo.

Agora são, ao todo, 11 dentinhos. Seis na arcada inferior e cinco na superior.

Aproveitando para registrar o tempo. Desde que voltamos para Rio da Conceição, os dias (e as noites!) estavam extremamente quentes. Estava até perdendo a graça, não fossem os banhos de rio para refrescar, a gente tinha derretido.

Como costumo mencionar nas minhas palestas, o Cerrado tem duas estações do ano bastante distintas: seca e chuvosa. Daí que no início de outubro começou, sem muitos avisos a estação chuvosa no Jalapão. O Jalapão está nos domínios do Cerrado, mas seu regime de chuva é bem nervoso... na verdade, aqui não começam as chuvas... começam as tempestades!

Segunda-feira, de madrugada, tinham trovões embaixo da cama, raios mil na varanda!

Lava tudo, chuva! Lava!

15 de outubro de 2011

Aos 7 anos se ama

Hoje eu e Louva completamos 7 anos de casados.

Ganhei um lindo e emocionante presente do meu homem...

Aos 7

Minha senhora, me ensinaram que depois do 7 vem o oito,
porém também me ensinaram que aos o 7, vem a possibilidade do infinito.
Incrível como temos a facilidade de nos apaixonar de um ser que pode ser o ser mais SEReno
que a loucura do mundo ode nos apresentar.

Quando carrega, é pata, 
quando ama, é sana,
quando trabalha  não falha,
quando é mulher, não tem pra quem quer,
quando é mãe, não tem pra ninguém
e comigo, sempre me tem.

passado o tempo, me sopra o vento 
dizendo que assim estou a contento.
Anos e anos de alegria passamos, amamos e bastante conversamos
e felizmente contente estamos.
No duro batemos para furar
no macio aconchegamos para de suas nuvem-jubas lembrar.

Vieram Elas, acompanhando a mamãe, muito belas, 
anjos com sua importancia, chegaram chegando.
O coracao aumentando para ir recepcionando o harém do papai
que sempre esteve funcionando.
Viagens fizemos, mudanças acontecendo.
De casa em casa nos viramos, crescemos e como um casulo metamorfoseamos.
Nos conhecemos nos estudos,
desde criancinhas convivemos e 
nos graduando fomos amando.
Agora chega o 7, valeu cada minuto, cada abraço,
cada grito, cada beijo, cada desejo, cada barriga, cada lambida, cada saída, cada ano.

Aos 7 esta bonito,
agora quero o infinito.
 


Re-mudando, reafirmando

No último fim de semana, os Divovós vieram trazer de volta nossa mudança. Já tínhamos encaixotado quase todos nossos pertences, que foram passear em Brasília e agora voltaram pra casa...

Aproveitando a rápida visita, colhemos e comemos muitos cajus e mangas, tomamos banhos de rio, fizemos pequizada, jiboiamos e curtimos uns aos outros...

Familia nas areias do Rio Manoel Alves
São os registros do fim de semana:

Cora recebendo o presente de dia das criancas dos Divovos

Uba! Uba! Caiuh!

Mamae, Cora e Celeste refrescando

Divovos namorando e refrescando

11 de outubro de 2011

Saudade do papai

Eu e Cora torcemos pra ontem e hoje passar bem rapidinho, pra chegar logo o dia 12 e o papai vir pra casa ficar com a gente.


Mas infelizmente uma emergência e papai e teve de fazer plantão, por isso nao vira...  ahhhhhhhhh!


Aproveitando para parabenizar a Tia Dani!!!! Feliz aniversario, Tia! Amamos muito você!

7 de outubro de 2011

Desmamando a Cora

Muitos sabem da minha peleja, persistência e vontade de manter a Cora amamentando leite exclusivamente materno durante seus primeiros seis meses de vida. Foram varias dificuldades enfrentadas... Inicialmente, eu tinha muito, muito leite. O quarto vivia cheio de pingos de leite no chao e caminho do banheiro ao quarto tambem, pois durante e depois do banho o peito jorrava. Tive aquele peitao verde/azulado, brilhante, cheio. 

Mas dai vieram as dificuldades e a primeira delas foram as rachaduras. Doia horrores quando a Cora sugava. Eu convulsionava de dor e depois ficava toda entrevada de tantos que meus nervos se repuxavam enquanto amamentava.

Depois das rachaduras, veio a infecção urinaria. Tive que tomar antibióticos e remédios que diminuíam a produção de leite  - efeito colateral expresso na bula.

Juntando tudo isso, senti-me bastante sozinha e insegura. Louva estava finalizando o trabalho de livreiro e nao pudia ficar muito conosco no primeiro mês. E eu era marinheira de primeira viagem...

Foram mais de 15 visitas ao banco de leite do HRT, ingestão de medicamentos alopáticos e homeopáticos, cuscuz, canjica, sopa, cural, melado, rapadura, chás... 

Diante de todo meu esforço e desespero, ainda tinha que ouvir "eh só psicológico". Esse "só" nunca foi tao infinitamente plural na minha vida. Quem nunca passou por isso nao tem ideia do que se passa.

Mesmo com todas as adversidades, nunca desisti. Cora ama mamar e acho que eu amo ainda mais que ela te-la em meu peito. E juntas, seguimos amando-mamando ate que... Celeste!

Engravidamos quando Cora tinha exato 1 aninho. Muito cedo pra tirar o peito, pensei. O Dr. petrus falou que teria que desmamar a Cora ate a 18ª semana de gestação, pois a estimulação do mamilo poderia provocar contrações a partir dai.    

A verdade eh que completei 18 semanas de gestação e nao tinha conseguido tirar o peito da Cora.  Nao tinha me esforçado de verdade. Se ela chorava, ou caia, ou acordava no meio da noite, eu dava o peito. Creio que o processo de largar o peito estava muito mais difícil pra mim do que pra ela. Simplesmente eu nao sabia o que dizer pra ela. Acho que nao sabia o que tinha que dizer pra mim mesma...

Enfim, fui conversando comigo mesmo e pedindo clareza nos meus pensamentos. Foi quando um dia consegui dizer "Filha, agora precisamos guardar o mama. Temos que economizar, porque o bebe vai chegar na nossa família e ele nao sabe comer, só sabe beber leite..." - "bebe?" - "eh... o bebe vai precisar de muito leitinho pra poder crescer, vamos guardar?" - "guada!".

E, assim, seguimos conversando eu e Cora, amadurecendo a ideia do desmame. Sem traumas e por amor a Celeste!

Dai hoje, enquanto tirava a rouppara tomarmos banho juntas, ela pegou os meus peitos com as duas mãos e disse "este, este", dizendo que eram pra Celeste, numa boa... fiquei emocionada... orgulhosa...

5 de outubro de 2011

A vida com Cô-côco

O retorno pro Tocantins nos está instigando algumas mudanças. Estamos doidos por uma casa maior... mas ainda não tem nada certo no alvo.

Outra mudança, da qual estamos colhendo frutos imediatos é a substituição da Vanda pela Dona Socorro, ou Cô-côco, como diz a Cora. Muito caprichosa e carinhosa, estou satisfeitíssima! Tenho saído de casa com a Cora no colo dela dando "tchau, mamãe". Saber que ela está ficando em casa com outra pessoa numa boa e se despedindo de mim na hora de ir pro trabalho é sinal que está sendo bem cuidada.

No primeiro dia que saí de casa pro trabalho deixando Cora com D. Socorro, quando voltei no almoço, D. Socorro estava cantando pra Cora, que dormia como um anjo nos seus braços. Linda cena. Fotografei e posto aqui pra vocês conhecerem a nova pessoa de nossas vidas.



Os móveis da casa, cantos e avessos nunca estiveram tão limpos. Sem eu precisar pedir NADA. Como eu precisava de alguém proativo assim...

Aproveitando o post para contar das peripécias da Cora.
Estivemos em Barreiras na última semana, visitando o papai. Um dia, fomos deixar o papai no serviço e a Cora não queria perdê-lo de vista, por isso, não aceitava ir embora. Falei "filha, nós só viemos deixar o Papai no trabalho. Ele vai trabalhar agora e depois volta pra ficar com a gente mais um pouquinho", ela "babaiá?", eu "é, trabalhar, depois papai vai pra casa". Estendendo os braços pra dentro do escritório: "babaiá, qué! babaiá, qué!".

4 de outubro de 2011

Adeus Brasília vou pra outra cidade

Definitivamente, Brasília não é mais pra gente...

Na tarde do último dia legal para eu me apresentar no escritório em Brasília, apresentei minha carta de desistência de remoção. 

A saída de Rio da Conceição estava muito difícil. O coração dizia não vai, mas a razão dizia vai sim. Resolvemos ouvir o coração.

De certo que aqui no Rio não tem a gran-família, nem estrutura médica, nem açaí na tigela, nem hipermercado, nem variedade de frutas e verduras, tão pouco um cineminha... mas também não tem trânsito, poluição, aglomeração, viroses-mil, correria, consumismo, estresse, insegurança, frieza, carros, barulhos, sirenes, alarmes, elevadores, presenças-ausentes, disputas, maquiagens...

Aqui é simples assim: tem berço de águas, porta aberta, praça, natureza, cerrado em cio, ar puro, amigos, cachoeiras, araras, vizinhança, qualidade de vida. Nada de shoppis.

O principal motivo da nossa mudança para Brasília era para ficarmos perto da família. Mas, em compensação, eu ficaria muito mais distante da nossa célula familiar. É que moraríamos a uma hora de distância do serviço, com trânsito, (ou seja, duas horas ao fim do dia: uma pra ir, outra pra voltar); sem tempo para ir em casa almoçar, ou ficar menos de 1 hora em casa no almoço. Enfim, eu ficaria o dia inteiro longe das minhas crianças. E isso eu não quero pra minha vida, conscientemente. De que adiantaria estar perto da gran-família sendo que eu estaria longe da minha própria? Nã-nã. 

Estar o maior tempo possível com meus filhos é o que quero. Aqui, demoro três minutos de caminhada pra chegar no serviço. Impagável o tempo que ganho morando perto do trabalho! Isso é qualidade de vida. Quero eu mesmo poder levar meus filhos pra escola, almoçar com eles todo dia, tomar banho junto, ter tempo e disposição para com eles brincar... cada cinco minutos a mais juntos por dia, significa pessoas mais cheias de amor no futuro.

Meus filhos são prioridade agora. Cora gosta demais daqui. Portas sempre abertas, areia do rio, natureza, amiguinhos doces... aqui ela é livre e muito feliz!

Somos todos muito felizes aqui. Por isso dizemos, sorrindo:
FICOOOOOOOOOOOOOOOOOO!

Céu de um azul Celeste, Celestial...

É menina! Cora vai ganhar uma companheira!
Quarta-feira passada fomos na Dra. Andreia fazer a ecografia morfológica do 2º trimestre. Graças a Deus, tudo perfeito, nenhuma alteração detectada! Tudo ótimo e o bebe se desenvolvendo normalmente!

Papai não pôde estar presente, pois estava na Bahia trabalhando, mas ficou ligado no viva-voz, acompanhando tudo, tim-tim-tim-por-tim-tim. O Papai não queira que soubéssemos o sexo do bebe. E bem na hora, o bebe colocou a mão entre as pernas e não deixava ver anda! Papai comentou "obediente desde já"... mas loguinho a sapeca mostrou a perereca e o coração explodiu de alegria! É Celeste que vem pra gente!

De certo não tão emocionante como saber momento do parto, mas muito especial o momento da descoberta indireta também...

Bem-vinda a Céu, que vem iluminar ainda mais nossa família!

2 de setembro de 2011

Ventos andarilhos

Tenho a impressão que toda vez que vou escrever no blog devo começar com os últimos dias fora muito fortes, muito intensos. Talvez porque demore muito a escrever, dai vão acumulando os fatos e  quando chega a hora de botar as historias no papel, sao tnatos causos que fico sem saber por onde começar. 

Dessa vez, nao vou seguir ordem cronologica, mas sim ordem de impacto nas nossa vidas. E o primeiro paragrafo desse capitulo vai iniciar assim...  

Mamae Carol Enrascada se inscreveu num concurso de remocao interno enquanto estava no Japao. Mamae foi selecionada e seu nome saiu no ultimo boletim de servico do instituto. Mamae se inscreveu pra Brasilia.

Nao esta sendo nada facil aceitar a ideia de deixar Rio da Conceicao. Se saimos daqui, eh por causa da familia. Indiscutivelmente, temos mais qualidade de vida seguindo o ritmo de vida donde estamos.  Somos escancaradamente felizes com nossa vidinha de interior... Cora na rua, no quintal, casa aberta, rios limpos, banhos de rio a 3min de casa, povo pacato... cerrado, escritorio agradavel e a 3min de caminhada de casa... incontaveis fatores nos fazem ama  tudo isso...

Eh com o coracao  que te deixamos Rio da Conceicao! Felizes momentos vivemos aqui. Jamais esqueceremos! 

17 de agosto de 2011

Vida, vida!

Hoje, colocando a Cora pra dormir, deu um sentimento boooom no peito vê-la adormecer anjinho! Muito amor... fiquei pensando no tanto que sou agraciada, abençoada e feliz de poder ter esse sentimento tão bom! É um amor que libera endorfina, sacia a alma... 

Daí quando pousei a mão na barriguinha, mais amor ainda, dentro de mim! Se mexendo!
Tá crescendo a luz! Segunda-feira fizemos quatro meses... meu corpo e meus pensamentos estão mudando depressa agora!

Obrigada por você existirem, minhas vidas!

9 de agosto de 2011

Cora crescendo

Minha filha está enorme... como passa rápido.

Rever as fotos da época do nascimento, quando ela cabia facilmente em apenas um dos braços, pesava tão levinha!

Agora está sapeca, esperta que só ela! Carinhosa com uma flor... tão bom tê-la!

Obrigada por você existir, meu amor! Mamãe ama nenem!
E esse amor cresce a cada dia!

7 de agosto de 2011

Nossas ilustres visitas:


Nossas últimas três semanas foram muito intensas e divertidas. Primeiro vieram, prum fim de semana, o Vovozão e a Vovó Linda, de surpresa. O Vovô voltou pra Brasília e a Vovó ficou durante toda a semana com a gente. A presença da Vovó em casa tranquilizou, iluminou e alegrou nossa casa e nossos corações, ainda mais porque tínhamos passados dias difíceis na semana anterior.                           Obrigada por tudo, Vó Linda!

No fim de semana seguinte, o Vovôzão voltou para ficar com a gente. Logo em seguida, chegou a caravana dos Divovós! Vieram Divovô, Divovó, Dinda e Lipe, Tia Ana, Bia e Pedro e a Nanda. Imaginem como nossa casa e corações ficaram ainda mais cheios e contentes!!! Foi preciso montar barracas no quintal pra comportar toda essa equipe! Vô Zão e Vó Linda foram embora na madrugada de segunda, mas a caravana da alegria ficou por toda a semana!

Foi uma semana agitada e divertidíssima, principalmente pra Cora, que curtiu muito a amizade e companhia da prima Bia e os paparicos com o primo Lipe. Além dos cuidados e carinho da Nanda e os chamegos dos Divovós. Todos os dia, de manhã e de tarde, era hora de ir pro rio! Que farra... aqui em casa, era uma reunião de sorrisos e relaxamento, porque banho de rio lava a alma e faz carinho no coração, deixa todo o mundo feliz da vida e desestressado!
(Tia Ana, manda pra gente por favor as fotos da família reunida na Lagoa Bonita pra Mamãe postar aqui no blog?!)

Lipe bebendo água pela 1ª vez

Bia, paixão da Cora
Nanda, com carinho

Muito obrigado por contagiar nosso lar de alegria, família! 
Vocês são sempre bem-vindos! 
Voltem logo!

No fim de semana seguinte, foi hora de nós viajarmos! Pegamos carona com a caravana dos Vovós e fomos  para Brasília, pois Mamãe-nhê tinha consulta com o Dr. Petrus. Em Brasília foi super rápido, só o tempo de visitarmos os Bisos em Taguatinga, fazer exames e consulta. Ah, mas deu tempo da Cora brincar no parquinho da casa dos Avós e passear no Terraço com a Vovó!


Pra voltar de Brasília aqui pra casa, as queridas e animadas Tias Lu e Ana vieram com a gente!!! Ou seja, mais dias de folia aqui no Tocantins! As tias brincaram muito com a Cora e pudemos passear um pouquinho também! Foram dias maravilhosos! Agradecemos muuuuuito a companhia!!!!

Tia Ana e Cora: tarde toda brincando na areia














Passeio na cachoeira


Flores do quintal