Papai, fica bravo com a mamãe não, tá... vai crescer de novo...
Originalmente, este blog nasceu da vontade da Mãe da Cora registrar e compartilhar o desenvolvimento da Cora com a família e amigos, já que os Barradas Borges calharam de morar nos confins do Tocantins... Até que um dia, o Louva, pai da Cora, resolveu que, além de ator, também queria ser autor da história!
20 de julho de 2011
Êba! Surpresa bem-vinda: Vovós amados na área!
A gente aqui no maior perrengue e de repente, na noite da última sexta-feira, entram pela porta de casa o Vovô Barradas e a Vovó Linda! Êba!! IUPI!!!
Maior alegria do mundo quando os vimos! Bom demais! Não esperávamos pela surpresa, super bem-vinda!
Passamos um fim de semana super agradável! Vovô ficou com a gente durante o fim de semana, mas teve que ir embora na segunda, pra trabalhar. Já a Vovó, êêê!!, a Vovó resolveu ficar com a gente a semana toda!
Essa vinda da família foi providencial, pois estávamos numa situação que vou te contar! Cora e Carol dodói, Louva viajando... nuh! Difícil hein! Ainda bem que temos uma família maravilhosa... sempre pronta.
Obrigada pela visita e apoio, amados Vovós!
15 de julho de 2011
Dias de perrengue: Cora dodói...
A febre da Cora começou aquele dia com a Maria e foi só aumentando. Na mesma noite, corri com ela pro hospital em Dianópolis. O Áquilas, muito cordialmente, nos acompanhou.
Segundo a médica de plantão: vermelhidão na garganta e ouvidos. Remédio: antibiótico.
Odeio isso. Aqui, sempre receitam antibiótico pras crianças. O pior é que não tenho outra alternativa. Ver minha filha se tremendo de febre alta...
Estávamos administrando as gotinhas de pulsatilla, remédio de fundo da Cora, diariamente... não sei o que aconteceu! Como não temos um Dr. Amauri por aqui, o jeito foi ceder aos alopáticos, mesmo que a contra-gosto.
A febre continuou até o dia seguinte, alta, sem cessar. Até que diminuiu no fim da tarde de ontem e não mais voltou forte. Somente febril em alguns momentos.
Hoje ela acordou molinha, dengosa... sem ânimo, sem apetite. Primeiro, tomou um copo de água, depois, fiz um mingauzinho, que ela até que comeu bem, mas depois disso não quis mais nada. Nem almoçou. Fora que dormiu praticamente toda a manhã.
Muito agoniante ter o nosso tesouro dodói, papai longe, mamãe trabalhando e também doente! Mas faz parte, né... uns momentos de sufoco, mas uma vida inteira de alegrias!
Vamos cuidar e rezar pra nossa Corinha ficar boa logo!
13 de julho de 2011
A falta que a família nos faz!
Certo que sempre sentimos muito o fato de não termos nenhum parente aqui no Tocantins. Prum passeio num fim de semana, pra uma comemoração, um visita, jogar conversa fora... Mas quando mais sentimos a falta é mesmo na hora do aperto.
Ontem e hoje, eu estava com viagem marcada para Almas, um município há uns 80km daqui de casa. Como é perto, programei de ir e voltar pra dormir em casa. Como sabia que ia ter alterações nos horários rotineiros, avisei a nossa secretária do lar que precisaria especialmente dela nesses dias. Para minha surpresa o papo dela quando chegou aqui em casa ontem de manhã, dia da viagem, foi: "Bom dia! Carol, você pode me dispensar hoje?". Fiquei de cara... realmente, o povo de Rio da Conceição não sabe trabalhar nem tem noção alguma de compromisso. "é que eu preciso ir atrás do meu pai, que tinha que chegar de viagem e não chegou". "Poxa, Vanda, quando te convém, os 1.395 habitantes da cidade são teus parentes, sendo que 1.100 são desempregados. Precisa ser VOCÊ a ir atrás do seu pai? Nós já não tínhamos combinados que hoje eu precisaria de ti? Que que você quer que eu diga? Tá dispensada, vai nessa que hoje eu vou deixar a Cora sozinha pra ver se ela se vira??? Fala sério Vanda, pra você vir me pedir isso, você tem que pelo menos me dar uma opção!"
Seria desastroso eu não comparecer na reunião programada. Várias pessoas tinham sido mobilizadas para o evento e não tinha como desmarcar! Que fazer? Ao contrário da Vanda, eu gosto de honrar meus compromissos...
Se eu tivesse alguém da família aqui, não seria o menor problema: deixava a Cora lá, com pessoa de minha confiança. Mas prestem atenção às coisas que a gente tem que se subornar em função de sei lá o que... Cora acabou ficando aqui em casa com uma mulher que nunca vi na vida, a Maria. Depois, descobri que ela é ex-mulher do Dico (menos pior um mínimo de referência). Maria, a estranha, na minha casa com meu tesouro.
Daí, pra piorar, hoje a Cora ataca uma febre durante a tarde, sob os cuidados da Maria. Ainda bem que a reunião em Almas terminou mais cedo que o previsto. Era pra eu estar em casa às 20h e acabei chegando no meio da tarde, bem no início da febre.
Cheguei e ela estava toda molinha, derretida... sem apetite. Dei antitérmico e a febre baixou, mas não sumiu. Dormiu facilmente, mamou só um trisquinho, mas a febre continua... está na minha cama agora, dormindo. Volta e meia um gemidinho. Ainda agora foi "papa papa".
Complexo. Ao mesmo tempo que somos super felizes aqui, a falta da família e de estrutura parece comprometer tudo.
10 de julho de 2011
Meu primeiro pirulito: Aniversário da Júlia, 1 aninho!
Ontem foi o primeiro aniversário da Júlia, uma amiguinha da Cora aqui do Rio da Conceição. O temo da festa era a Moranguinho, estava tudo muito caprichado e bonito.
Cora, MUITO cotente. Dançou bastante e serelepou de um lado pro outro! Tava tudo tão divertido que a mãe não resistiu e infringiu as regras alimentares: deu açúcar pra Cora! Um pirulito, esse aí da foto. Olha a alegria da menina!
Essa foto aí da esquerda foi antes dela chupar o pirulito, vejam bem como eles (Cora e os pirulitos) se enamoram...
Essa é a Júlia, a aniversariante, ganhando um beijinho bem estalado da amiguinha Cora.
Corinha e seu chapéu, ou melhor "papel", como diz ela...
Também ontem, aprendeu a falar girafa: "farafa".
Tá tagarela demais nossa neguinha!
7 de julho de 2011
Finalmente em casa! Já estamos no Rio da Conceição!
Depois da odisséia que foi o meu retorno ao Brasil, finalmente em casa.
Chegamos ontem no Tocantins. O serviço está bombando de demandas e o calor quente de verdade. De noite, a temperatura cai bastante e é preciso fechar a casa para não resfriarmos. Bem típico da época seca essa enorme amplitude térmica.
Nossa Cora, nos surpreendendo a cada dia. Hoje depois do almoço, estávamos as duas na sala depois do almoço e eu comentei com ela "filha, que tal a gente chupar mexerica de sobremesa? Você quer?" ela fez que sim com a cabeça, daí eu abusei: "então vai lá na fruteira, pela uma mexerica e traz pra mãe pra ela abrir pra gente". Ela ficou parada, como se tivesse perdido uma parte. Daí eu corrigi: "filha, vai lá na cozinha buscar uma mexerica pra gente. A fruteira fica na cozinha. É onde estão as mexericas, na cozinha". No mesmo instante ela saiu da minha vista e em 20 segundos voltou com uma mexerica na mão!
Muito esperta essa muleca!!! Quanto orgulho sinto!
Mas está manhooooosa. Os caninos estão nascendo, por isso o dengo. Falando em dentes, quando estivemos em Brasília, levamos a Cora ao dentista. Pense no chilique que ela deu. Chorou tanto, barbarizou tanto, que a doutora não parava de se desculpar (como se a culpa fosse dela...) e nem teve coragem de cobrar a consulta. Eu disse pra Dra. que a Cora era assim mesmo, brava, que não admitia ser examinada. Mas mesmo assim, ela ficou super constrangida!
Com o Dr. Amauri, foi a mesma bronca. Também levamos ela ao pediatra semana passada. Estava numa boa durante nossa conversa até o momento em que precisamos deitá-la para ser examinada. Aí já era... chorou de soluçar.
Fomos ao Dr. Amauri por causa de um resfriado que incomoda a Cora há alguns dias. Muito catarro. Peito chiando. Ela nunca tinha gripado antes, foi a primeira vez e veio de com força. Mas está ficando melhor com as gotinhas!
Sara logo minha florzinha carnívora!
Papai foi pra Barreiras-BA. Seu primeiro dia de Gerente Estadual do Fogo! Sentimos sua falta e desejamos boa sorte nessa nova empreitada, papai!
26 de junho de 2011
IUPI!!! Retorno ao Brasil confirmado, via Emirados Árabes
Acabei de receber a notícia: nossas passagens foram compradas! Vamos sair daqui do Japão hoje (26/06), às 22h, rumo à Dubai. Ainda não sei ao certo o trajeto... nem quantas horas durará essa odisséia. Tão pronto tenha mais informações, comunico.
Espero vê-los loguinho!
Espero vê-los loguinho!
Até quando o vulcão não vai me deixar sair do Japão?
Continuo na espera de notícias que levem de volta para casa. Porém a realidade é dura: no site da LAN (a operadora do voo cancelado, trajeto Auckland > Santiago), diz que o trajeto só será reestabelecido - caso as condições metereológicas permitam - a partir de 1º de julho!
Somente amanhã, poderemos cnoversar com a agência de viagens da JICA e verificar a possibilidade de alterar a rota e voltarmos pela Europa. Esse caminho ainda não está em discussão porque é muito mais caro. Mas com a notícia da imprevisibilidade do reestabelecimento dos vôos para Santiago, acredito que essa será nossa única saída, já que pelos EUA não dá, por não termos visto.
Hoje precisei sair um pouco, para respirar, espairar, deixar de pensar. A saudade que sinto me devora... o banzo me padace... tenho necessidade de Cora!
24 de junho de 2011
Training course finalizado, retorno ao Brasil adiado!
Depois de 5 dias em Hokkaido, ontem, finalmente, terminou o curso. Tivemos a cerimônia de avaliação e encerramento na sede da JICA em Tóquio, quando recebemos nossos certificados.
Hoje era para eu embarcar de volta pro Brasil, mas o voo foi cancelado, por causa das cinzas do vulcão no Chile. Fiquei desolada com a notícia. Já não me contenho de vontade de casa, de família, de Cora. Tô entrando em parafuso de tanta saudade. Completamente homeless, de banzo.
Talvez embarquemos na segunda, mas ainda não está confirmado. Literalmente ilhada no Japão.
Essa semana teve mais um terremoto em Fukushima. Deu para sentir de Hokkaido, onde eu estava no momento. Estava deitada, lendo, quando tudo balançou. Fiquei assustada... era de manhã cedinho e quem estava dormindo acordou. O ponteiro da escala marcou 2.9, mas no epicentro (Fukushima) chegou a 6.7.Vida tensa essa a dos japoneses...
Fotos de Hokkaido:
Fotos de Hokkaido:
17 de junho de 2011
Fuji-san > Tóquio, by Shinkansen
Estou ansiosa por notícias da família. Aqui são 18h27, no Brasil, 06h27.
Antes de partir para Fujioshida-Yamanashi, recebi a notícia de que os avós Célio e Tê estavam na estrada rumo minha Cora. Que grande alegria receber essa informação! Saber que agora, não só uma, mas TRÊS queridos estão cuidamando minha Cora deixa meu coração muito menos aflito. Obrigada por isso! Vocês são providenciais nas nosssas vidas!
Coração cada dia mais apertado... uma saudade literalmente sufocante. De ranger os dentes. Não posso negar que ter meu coração batendo a milhas e milhas de mim me desfalece. Por mais novos e interessantes que sejam os dias aqui, cada dia longe da minha Flor é umm sacrifício.
Antes de partir para Fujioshida-Yamanashi, recebi a notícia de que os avós Célio e Tê estavam na estrada rumo minha Cora. Que grande alegria receber essa informação! Saber que agora, não só uma, mas TRÊS queridos estão cuidamando minha Cora deixa meu coração muito menos aflito. Obrigada por isso! Vocês são providenciais nas nosssas vidas!
Coração cada dia mais apertado... uma saudade literalmente sufocante. De ranger os dentes. Não posso negar que ter meu coração batendo a milhas e milhas de mim me desfalece. Por mais novos e interessantes que sejam os dias aqui, cada dia longe da minha Flor é umm sacrifício.
Acabei de chegar na casa de Tóquio e liguei imediatamente a máquina para me comunicar com vocês, mas ninguém atendeu o telefone. Deveras é muito cedo, mas como Cora levanta com os passarinhos, pensei que já estivessem cantando por aí.
A visita ao Monte Fuji (ou Fuji-san) foi muito agradável. Fizemos trilha interpretativa nos meados da montanha e aprendi várias dinâmicas interessantíssimas para aplicar com crianças no meio natural. Infelizmente, o tempo estava muito nublado e não pudemos "ver" Fuji-san, apenas tocá-lo...
Conhecemos também o Centro de Biodiversidade do Japão, onde pudemos conversar com os técnicos e conhecer vários trabalhos de pesquisa e monitoramento da biodiversidade que estão sendo realizados pela unidade.
Novamente, fomos muito bem recebidos por todos os japoneses, que nos dedicaram muita atenção. No Centro de Biodiversidade, colocaram uma bandeira do Brasil junto com a do Japão em nossa homenagem. São mesmo uns amores! Extremamente receptivos.
Hoje vou jantar apenas pão e leite, pois estou um pouco enjoada da comida exótica. Apesar de muito boa, estou com saudade da comidinha de casa...
Hoje, também, completamos 2 meses de gestação. Vice, já está um feijãozinho meu mais novo amor.
Beijos,beijos e quero contato!
15 de junho de 2011
Amanhecendo o 5º dia no Japão
Família, não consegui falar com vocês ao telefone agora de manhã (fim de tarde pra vocês). Não atenderam. Como disse na mensagem anterior, estou partindo para o Monte Fuji, onde pernoitarei. Não vou levar o computador, por causa do peso. Por isso, provavelmente não nos falaremos pelo skype.
Darei um jeito de ligar para vocês de lá hoje de noite (o que significa amanhã cedinho, para vocês). Fiquem atentos, ok!
Amo muito!
Darei um jeito de ligar para vocês de lá hoje de noite (o que significa amanhã cedinho, para vocês). Fiquem atentos, ok!
Amo muito!
4º dia no Japão: saudades e reuniões
Hoje a saudade está violenta. Ver minha Cora no skype partiu o coração e até um arrependimento por tê-la deixado. O que me deixa um pouco menos angustiada é saber que ela está com a Vovó. Obrigada por amar tanto minha Cora e cuidar dela com todo o amor que existe no mundo, mãe...
Ai, ai...
O dia foi duro: somente reuniões. Primeiro no MMA, depois no Serviço Florestal. Muitas informações interessantíssimas: 67% do Japão é florestado! Sabia? Fiquei impressioanda. Outra informação: Flonas e Parques Naturais são geridas por diferentes órgãos ambientais. Mais uma: existe um ecossistema específico, Satoyama, que é extritamente dependende de atividades humanas de cultivo para existir. Se o homem abandona o campo, o ecossistema desaparece. Isso porque o convívio do homem com a natureza já tem mais de 10 mil anos!!! A presença do homem na Satoyama está relacionada ao aumento da biodiversidade, pois muitas espécies de plantas e animais só sobrevivem nesses ambientes. Isso sim me parece um relacionamento harmonioso homem x natureza, coisa que eu jurava não existir.
Pois quem diria: o Japão está cercado de florestas, mesmo em Tóquio, se vê muitas árvores. A arborização urbana é incrível e realmente torna a cidade de 12 milhões de habitantes um lugar muito mais agradável que muitos pequenos centros urbanos brasileiros.
Fim do dia fomos a Hakirabara, um bairro famoso pelas lojas de eletronicos. Pesquisamos bastante, mas não compramos nada. As coisas aqui são MUITO caras. Tudo é caro. Quiçá por sorte se encontra algo em promoção que realmente valha a pena, mas, em regra geral, tudo custa uma fortuna.
A comida japonesa é maravilhosa. Adoro. Mas hoje, especialmente, senti-me saturada. Uma vontade de comer comidinha feita em casa...
Amanhã e depois, tendem a ser dias mais tranquilos. Vamos visitar o Parque Nacional onde está localizado o monte Fuji. Espero desacelerar do ritmo de Tóquio e curtir bastante belas paisagens.
Esqueci de dizer: estou acompanhada de dois colegas do ICMBio: o Allan e o Janeil. Janeil é pai de 3 filhos e um cavalheiro, que tem me apoiado bastante, considerando a gravidez.
Bom, já são quase meia noite e preciso tomar banho para dormir. Amanhã cedo pegaremos a estrada para o norte... parece que está friozinho por la´!
14 de junho de 2011
Que que a mãe da Cora tá fazendo no Japão?
Pois eh, Nat. No Japao! Nesse momento, em Toquio.
Vim pro Japao a servico. Estou em visita tecnica em funcao de cooperacao entre JICA e ICMBio. Voltarei ao Brasil dia 26 proximo.
Os dias tem sido pesados, muitas caminhadas, muita informacao, fora a confusao com a lingua e ainda o fuso horario... muito complicado. Ontem, visitamos a JICA-sede em Shijuku, Toquio, para apresentacao dos resultados e metas do projeto Corredor Ecologico da Regiao do Jalapao. No fim do dia Manabo-san e Asano-san nos levaram para jantar num dos centros da cidade (que sao 4 no total) - Shijuku - para nos dar as boas-vindas. O nome do lugar: Restaurant Sky (fotos abaixo). Localizado no 50o andar de um arranha-ceu. Literalmente no ceu! Uma vista maravilhosa e muita comida japonesa de primeririssima. Tudo de bom... os japoneses sao expremamente receptivos e fazem a maior questao de nos fazer sentir em casa. REspeitam imensamente as diferentes culturas.
Hoje, visitamos uma Floresta Nacional que tem areas que estao sob processo de restauracao (Projeto Akaya). Fiquei realmente impressionada com a diversidade de plantas e, principalmente, animais presentes no local. Urso, passaros, insetos, raposa, martas, cervos... uma incrivel florestona japonesa de 10.000ha! Nunca imaginei! Muito impressionada o lugar. Ah, rios lindos!
Almocamos numa casa tipica japonesa de mais de 100 anos. Tiramos os calcados, comemos no chao. Era uma casa de macarrao. Comemos o prato da casa, tipico daquela regiao do Japao, uma delicia.
Esqueci de dizer que, para chegar a esse lugar, fomos de Shincansen, o trem-bala! 300km/h! Por quase meio seculo o trem mais rapido do mundo e atualmente o mais pontual e seguro.
Altas experiencias! Muitas novidades, muitas surpresas...
Amanha, vamos ao Ministerio do Meio Ambiente.
Mando noticias assim que puder!
Beijo no coracao, minha Cora... mae te ve no rosto de cada crianca japonesa...
Vim pro Japao a servico. Estou em visita tecnica em funcao de cooperacao entre JICA e ICMBio. Voltarei ao Brasil dia 26 proximo.
Os dias tem sido pesados, muitas caminhadas, muita informacao, fora a confusao com a lingua e ainda o fuso horario... muito complicado. Ontem, visitamos a JICA-sede em Shijuku, Toquio, para apresentacao dos resultados e metas do projeto Corredor Ecologico da Regiao do Jalapao. No fim do dia Manabo-san e Asano-san nos levaram para jantar num dos centros da cidade (que sao 4 no total) - Shijuku - para nos dar as boas-vindas. O nome do lugar: Restaurant Sky (fotos abaixo). Localizado no 50o andar de um arranha-ceu. Literalmente no ceu! Uma vista maravilhosa e muita comida japonesa de primeririssima. Tudo de bom... os japoneses sao expremamente receptivos e fazem a maior questao de nos fazer sentir em casa. REspeitam imensamente as diferentes culturas.
Hoje, visitamos uma Floresta Nacional que tem areas que estao sob processo de restauracao (Projeto Akaya). Fiquei realmente impressionada com a diversidade de plantas e, principalmente, animais presentes no local. Urso, passaros, insetos, raposa, martas, cervos... uma incrivel florestona japonesa de 10.000ha! Nunca imaginei! Muito impressionada o lugar. Ah, rios lindos!
Almocamos numa casa tipica japonesa de mais de 100 anos. Tiramos os calcados, comemos no chao. Era uma casa de macarrao. Comemos o prato da casa, tipico daquela regiao do Japao, uma delicia.
Esqueci de dizer que, para chegar a esse lugar, fomos de Shincansen, o trem-bala! 300km/h! Por quase meio seculo o trem mais rapido do mundo e atualmente o mais pontual e seguro.
Altas experiencias! Muitas novidades, muitas surpresas...
Amanha, vamos ao Ministerio do Meio Ambiente.
Mando noticias assim que puder!
Beijo no coracao, minha Cora... mae te ve no rosto de cada crianca japonesa...
12 de junho de 2011
Cheguei do outro lado do mundo, família!
Querida família, como não consigo falar com vocês por telefone (imagino que estejam na estrada que leva ao Rio da Conceição nesse exato momento, sem sinal), comunico aqui o famoso: cheguei bem!
Depois de mais de 40 horas de viagem, sendo 30 voando, pisei pela primeira vez na Ásia. O trajeto foi o seguinte: Bsb-Guarulhos-Santiago (Chile)-Auckland (Nova Zelândia)-Tóquio. Sendo que tivemos um atraso considerável no vôo de São Paulo para Santiago, por causa do vulcão aquele.
A viagem foi extremamente cansativa. Ainda estou "marejada" do avião. A meia compressora que usei na maior parte do trajeto, fez toda a diferença, por isso, as pernas e pés não incharam, o que diminuiu minha sensação de cansaço.
São exatas 12 horas de diferença no horário entre Japão e Brasil. O que significa dizer que aqui são 21h34 e aí, 09h34 e que estou literalmente do outro lado do mundo, no lugar mais longe da superfície terrestre onde eu poderia estar.
Cheguei no alojamento da JICA, enchi a banheira e tomei um demorado banho, para aliviar a tensão da loooooooooooooooooooooonga viagem.
Assim que puder, entro em contato com vocês, meus amores. Espero que esteja tudo bem aí... vou dormir loguinho, para encontrá-los nos sonhos, pois apesar de longe dos olhos, são vocês os donos do meu coração.
Já sinto muitas saudades...
Amo enorme, mais que do Japão ao Brasil. Ida e volta!
Depois de mais de 40 horas de viagem, sendo 30 voando, pisei pela primeira vez na Ásia. O trajeto foi o seguinte: Bsb-Guarulhos-Santiago (Chile)-Auckland (Nova Zelândia)-Tóquio. Sendo que tivemos um atraso considerável no vôo de São Paulo para Santiago, por causa do vulcão aquele.
A viagem foi extremamente cansativa. Ainda estou "marejada" do avião. A meia compressora que usei na maior parte do trajeto, fez toda a diferença, por isso, as pernas e pés não incharam, o que diminuiu minha sensação de cansaço.
São exatas 12 horas de diferença no horário entre Japão e Brasil. O que significa dizer que aqui são 21h34 e aí, 09h34 e que estou literalmente do outro lado do mundo, no lugar mais longe da superfície terrestre onde eu poderia estar.
Cheguei no alojamento da JICA, enchi a banheira e tomei um demorado banho, para aliviar a tensão da loooooooooooooooooooooonga viagem.
Assim que puder, entro em contato com vocês, meus amores. Espero que esteja tudo bem aí... vou dormir loguinho, para encontrá-los nos sonhos, pois apesar de longe dos olhos, são vocês os donos do meu coração.
Já sinto muitas saudades...
Amo enorme, mais que do Japão ao Brasil. Ida e volta!
5 de junho de 2011
É muita emoção!
(texto escrito em 02/06/11)
Ando num ritmo frenético de viagens a serviço. Prazeroso e desgaste. Agora mesmo estou em Ponte Alta, cujo caminho de Rio da Conceição pra cá foi uma odisséia.
Vim sozinha, em veículo institucional. São 130km de estrada de terra, praticamente deserta. Aos 55km de viagem, um atoleiro. Parei o carro, coloquei a reduzida, engatei a 1ª e segui confiante. Não foi suficiente: atolei mesmo.
Na hora, muita calma. Pensei "tenho comida até pra dormir nessa estrada, caso o resgate demore". Até que tentei desatolar sozinha... peguei uma canela-de-ema morta na beira da estrada e coloquei junto ao pneu. Mas não adiantou. Sentei, liguei o ar e fui brincar com o GPS.
Duas horas depois de atolar, apareceu um carro com 2 casais e um guia, o que foi minha grande alegria.
DAQUI PARA FRENTE ESCREVE O PAPAI, POIS A MAMÃE FOI À FESTA JUNINA COMER OS DESEJOS DO BEBÊ.
Agora minha parte foi assim: eu esperava que ela chegasse bem como sempre ocorre em suas viagens de trabalho, porém foi dando o prazo determinado para que ela chegasse e nada de um telefonema de "cheguei", e fui assim ficando preocupado. deu 12h, 13h, e resolvi ligar par o escritório para ver se tinham notícia e nada(na verdade já tinha ligado antes, meu coração não aguenta a ausência), quando deu 15h resolveram que já estava em tempo de mandar o resgate, foi quanodo motrista Hermilsom passou em casa para irmos ao encontro do "resto" da família. Aí que começou a aflição, pois agora a incógnita era: "E A CORA?????, COM QUEM VOU DEIXAR????".
Depois de uma meditada caprichada eu virei para a Vanda e disse: Vanda você pode ficar com a Cora hoje? Provavelmente irei dormir por lá, devido a hora adiantada da partida. Por sorte ela sem exitar disse: Claro eu fico com ela, sem problema. UFA, que alívio, um problema a menos para resolver.
Foi quando eu e Hermilsom saímos para a caça da "barriguda".
Saímos pela estrada sem saber o que pensar e o que iríamos encontrar, por que não sabíamos que que tinha acontecido com a Carol.
Quando de repente encontramos um carro no meio da estrada cheio de adesivos de jeep clube, rali dos sertões e se acham que aCarol estava ali, estão enganados. O que eles traziam era apenas a notícia que havia um caarro da "nossa" equipe atolado e que o ocupante havia pego uma caro com uma Hilux cinza,(o que mais tardes iríamos ver que essa informação estava no parabrisa em forma de bilhete). Seguimos para nossa aventura que ainda estava só começando.
Mais a frente encontramos o carro atolado e fiz um comentário: caramba ainda não tive tempo de "brincar" com a Carol nalama ainda, não sei se foi isso, mas ao tentarmos passar, ficamos atolados também. Acreditam? o motorista que dirige para eles a 8 anos, que conhece bem a região e segundo ele nunca havia ficado atolado por ali, nos pregou essa peça.
Mal humor, nem a pau, pois essa aventura muito me agrada. Arregaçamos a manga e desatolamos o carro, para seguir nossa rota que a essa altura havia se tornado uma odisséia.
Como ficamos atolados no meio de uma poça de água enlamaçada, para na bela cachoiera do Soniho para tirarmos aquela lama pegajosa. Simplesmente linda a cachoeira, e sem dúvida um ótimo lugar para lavar a alma também depois de uma atolada dessas.
Seguimos nossa aventura em busca da nossa "meta". Foi assim, sem mais aventuras, que chegamos na cidade de Ponte Alta do Tocantins. Contudo não foi o fim da emoção, por que não sabíamos quel era a pousada que a Carol iria se hospedar. Busca dali busca daqui achamos, mas para nossa surpresa ela ainda não havia chegado, foi quando o coração acelerou.
Mas nada demais, já que ela já havia feito contato com a Selene(cinsultora da JICA, que a aguardava apra a reunião naquela cidade). Melhor ainda em 15 minnutos ela estava ali conosco.
O resto da histótria é melhor a mamãe contar, pois eu não estava ali para saber dos detalhes.
Se alguem ler isso antes da revisão, vai desculpando os erros, é que estou assim um pouco etilado, após uma tarde com o sogrão.... Rssssss.
Ando num ritmo frenético de viagens a serviço. Prazeroso e desgaste. Agora mesmo estou em Ponte Alta, cujo caminho de Rio da Conceição pra cá foi uma odisséia.
Vim sozinha, em veículo institucional. São 130km de estrada de terra, praticamente deserta. Aos 55km de viagem, um atoleiro. Parei o carro, coloquei a reduzida, engatei a 1ª e segui confiante. Não foi suficiente: atolei mesmo.
Na hora, muita calma. Pensei "tenho comida até pra dormir nessa estrada, caso o resgate demore". Até que tentei desatolar sozinha... peguei uma canela-de-ema morta na beira da estrada e coloquei junto ao pneu. Mas não adiantou. Sentei, liguei o ar e fui brincar com o GPS.
Duas horas depois de atolar, apareceu um carro com 2 casais e um guia, o que foi minha grande alegria.
DAQUI PARA FRENTE ESCREVE O PAPAI, POIS A MAMÃE FOI À FESTA JUNINA COMER OS DESEJOS DO BEBÊ.
Agora minha parte foi assim: eu esperava que ela chegasse bem como sempre ocorre em suas viagens de trabalho, porém foi dando o prazo determinado para que ela chegasse e nada de um telefonema de "cheguei", e fui assim ficando preocupado. deu 12h, 13h, e resolvi ligar par o escritório para ver se tinham notícia e nada(na verdade já tinha ligado antes, meu coração não aguenta a ausência), quando deu 15h resolveram que já estava em tempo de mandar o resgate, foi quanodo motrista Hermilsom passou em casa para irmos ao encontro do "resto" da família. Aí que começou a aflição, pois agora a incógnita era: "E A CORA?????, COM QUEM VOU DEIXAR????".
Depois de uma meditada caprichada eu virei para a Vanda e disse: Vanda você pode ficar com a Cora hoje? Provavelmente irei dormir por lá, devido a hora adiantada da partida. Por sorte ela sem exitar disse: Claro eu fico com ela, sem problema. UFA, que alívio, um problema a menos para resolver.
Foi quando eu e Hermilsom saímos para a caça da "barriguda".
Saímos pela estrada sem saber o que pensar e o que iríamos encontrar, por que não sabíamos que que tinha acontecido com a Carol.
Quando de repente encontramos um carro no meio da estrada cheio de adesivos de jeep clube, rali dos sertões e se acham que aCarol estava ali, estão enganados. O que eles traziam era apenas a notícia que havia um caarro da "nossa" equipe atolado e que o ocupante havia pego uma caro com uma Hilux cinza,(o que mais tardes iríamos ver que essa informação estava no parabrisa em forma de bilhete). Seguimos para nossa aventura que ainda estava só começando.
Mais a frente encontramos o carro atolado e fiz um comentário: caramba ainda não tive tempo de "brincar" com a Carol nalama ainda, não sei se foi isso, mas ao tentarmos passar, ficamos atolados também. Acreditam? o motorista que dirige para eles a 8 anos, que conhece bem a região e segundo ele nunca havia ficado atolado por ali, nos pregou essa peça.
Mal humor, nem a pau, pois essa aventura muito me agrada. Arregaçamos a manga e desatolamos o carro, para seguir nossa rota que a essa altura havia se tornado uma odisséia.
Como ficamos atolados no meio de uma poça de água enlamaçada, para na bela cachoiera do Soniho para tirarmos aquela lama pegajosa. Simplesmente linda a cachoeira, e sem dúvida um ótimo lugar para lavar a alma também depois de uma atolada dessas.
Seguimos nossa aventura em busca da nossa "meta". Foi assim, sem mais aventuras, que chegamos na cidade de Ponte Alta do Tocantins. Contudo não foi o fim da emoção, por que não sabíamos quel era a pousada que a Carol iria se hospedar. Busca dali busca daqui achamos, mas para nossa surpresa ela ainda não havia chegado, foi quando o coração acelerou.
Mas nada demais, já que ela já havia feito contato com a Selene(cinsultora da JICA, que a aguardava apra a reunião naquela cidade). Melhor ainda em 15 minnutos ela estava ali conosco.
O resto da histótria é melhor a mamãe contar, pois eu não estava ali para saber dos detalhes.
Se alguem ler isso antes da revisão, vai desculpando os erros, é que estou assim um pouco etilado, após uma tarde com o sogrão.... Rssssss.
23 de maio de 2011
Boa nova anunciamos: mais uma luz no nosso caminho!
Os últimos dias foram de fortíssimas, a começar pela excelente boa nova:
CORA VAI GANHAR UM(A) IRMÃOZINHO(A)!
Sim-salabim, gravidíssimos! Descobrimos que a família ia aumentar na última quarta-feira, dia 18/05, em Palmas. A gravidez é bem recente, não deve ter 1 mês completo ainda.
No dia 14, fizemos a coleta de sangue no laboratório em Dianópolis e o resultado seria entregue somente na segunda, dia 16, quando estaríamos em Mateiros. Obviamente, o laboratório de Dianópolis não disponibiliza resultados por internet... por telefone já foi difícil. Dia 15 nós fomos para Mateiros, dia 16 para São Félix. No caminho, um banho na belíssima e azulíssima Cachoeira da Formiga. Cora não estava muito satisfeita com a água fria, o que nos preocupou.
Não deu outra: febre. Em São Félix nada dessa febre baixar... era preciso ministrar o anti-térmico a cada 4horas e meia ou cinco horas para tentar controlar a temperatura, um sufoco. E eu, a trabalho, numa agenda bem carregada!
Dois dias de febre, resolvemos buscar assistência médica, ou seja, ir para Palmas. No meio a busca por pediatra e realização de exames na Cora, resolvemos telefonar para o laboratório de Dianópolis, que, com muito custo, o biomédico resolveu nos revelar o resultado por telefone: "Positivo! Meus parabéns!".
E lá nós correndo de novo pro hospital para mostrar os resultados de exames pro médico, meio a telefonemas para família e amigos para divulgar a boa nova.
No fim das contas, não foi diagnosticado o problema da Cora. Por um instante, houve uma suspeita de dengue, pois era um quadro de virose (apesar de não ter catarro, garganta inflamada, nem ouvidos)... Felizmente, a hipótese de dengue está descartada! No fim das contas, quero acreditar que foi só o nascimento das presas, que ainda não apontaram, mas estão super inchadas. Há três dias a Cora está mais animada, sem febre alguma, porém um pouco irritada, dengosinha. Mas nada que um bocado de atenção não resolva!
Ainda no meio dessa confusão, outra notícia bombástica: o currículo do Louva foi selecionado para um trabalho junto ao PREVFOGO de Barreiras/BA. O que significa que a família vai ficar "despedaçada" um tempo.
Fiquei muito feliz com a conquista do Louva, apesar do coração apertado. Ficamos muito na dúvida se ele deveria ou não topar essa empreitada e decidimos que seria muito bom pra ele. Afinal, o papai Louva já abdicou de tanta coisa para poder ficar conosco no tocantins, que chegou a hora da família fazer um sacrifício por ele também! Vamos dar um jeito e ficar bem durante esses seis meses de contrato...
Hoje mesmo Louva foi pra Bahia, para se apresentar e dar início às atividades. Estou ansiosa para falar com ele ao telefone e saber como foi seu primeiro dia de trabalho! Mas ele não antende...
8 de maio de 2011
4 de maio de 2011
Ao mesmo tempo...
Ao mesmo tempo que corríamos para fazer da festa tudo aquilo que ela foi, outras coisas muito importantes aconteceram.
Dia 03 de abril, exatos cinco dias antes da Nêga completar 1 ano, ela deu seus primeiros passinho. Foi na areia (onde ela AMA estar), no parquinho da casa dos meus pais. Muito emocionante! De lá pra cá, a coisa vem deslanchando e ela está quase se caminhando sozinha, definitivamente. Apesar de que adora pedir nossa mão "mã-mã" para realizar suas caminhadas por aí.
Dia 06 de abril, outro dia muuuito especial. Aniversário do Papai Louva, exatos 30 anos mais velho que sua filhota. Comemoramos na casa dos pais deles, um churrasco, mesmo pra família.Querido companheiro, te amo muito! Maravilhoso Papai, te amo do mundo!
Dia 03 de abril, exatos cinco dias antes da Nêga completar 1 ano, ela deu seus primeiros passinho. Foi na areia (onde ela AMA estar), no parquinho da casa dos meus pais. Muito emocionante! De lá pra cá, a coisa vem deslanchando e ela está quase se caminhando sozinha, definitivamente. Apesar de que adora pedir nossa mão "mã-mã" para realizar suas caminhadas por aí.
Dia 06 de abril, outro dia muuuito especial. Aniversário do Papai Louva, exatos 30 anos mais velho que sua filhota. Comemoramos na casa dos pais deles, um churrasco, mesmo pra família.Querido companheiro, te amo muito! Maravilhoso Papai, te amo do mundo!
Férias na cidade
Senhoras e senhores, melhor dizendo leitoras e leitores,
28 foi a quantidade de dias que passamos em Brasília, tempo demais para quem está se acostumendo a uma vida pacata no interior do Tocantins, mas sim valeu a pena, pois temos ali ótimas referências e fomos realizar alguns planos que foram muito bem executados.
Como disse a mamãe Carol, que descreveu com uma gama de detalhes impressionantes a parte da festa de nossa querida Cora, esta foi maravilhosa, onde viamos sorrisos, suor, gritaria, foguetinhos passando, reencontros, bate papos e o melhor, tudo saindo de acordo com o planejado por nós.
Como imagino que já leram o relato da Carol, colocarei da minha ótica o que percebi da festa.
Festa de criança sempre foi uma das minhas preferidas, pois adoro estar entre a família e amigos, num clima de alegria e descontração. Comidas, guloseimas, corre-corre e algo que sempre ajudamos e percebemos, mas até ser a nossa vez, não sabemos de fato o que é "estar nos bastidores".
Algumas dificuldades apareceram, mas nada atrapalhou o desempenho da equipe: canseira, dificuldade de encontrar os detalhes (como foi exigente a Carol para que tudo estivesse MARAVILHOSO), tempo para a família, atenção para a Cora, encontro com amigos, ufa quantas coisas a mais para resolver em cima da hora quando se mora longe das coisas. No meio disso tudo ainda arrumamos mais uma função o Nivaldo, que terá um comentário posterior.
Minha opinião sobre a festa é que ela foi linda e cheia de ternura como uma FLÔR. Estou super contente de termos dado conta de realizar com muito amor e apoio de todos que a Carol já citou e mais alguns anônimos que estavam sempre ajudando no recolhimentode louças, organização de baneiro, cuidando dos filhos dos outros entre outras tarefas que engrandeceu a festa.
Até agora só falamos de trabalho e organização e as férias do título??? É isso mesmo, férias na cidade uma tremenda agitação.
28 foi a quantidade de dias que passamos em Brasília, tempo demais para quem está se acostumendo a uma vida pacata no interior do Tocantins, mas sim valeu a pena, pois temos ali ótimas referências e fomos realizar alguns planos que foram muito bem executados.
Como disse a mamãe Carol, que descreveu com uma gama de detalhes impressionantes a parte da festa de nossa querida Cora, esta foi maravilhosa, onde viamos sorrisos, suor, gritaria, foguetinhos passando, reencontros, bate papos e o melhor, tudo saindo de acordo com o planejado por nós.
Como imagino que já leram o relato da Carol, colocarei da minha ótica o que percebi da festa.
Festa de criança sempre foi uma das minhas preferidas, pois adoro estar entre a família e amigos, num clima de alegria e descontração. Comidas, guloseimas, corre-corre e algo que sempre ajudamos e percebemos, mas até ser a nossa vez, não sabemos de fato o que é "estar nos bastidores".
Algumas dificuldades apareceram, mas nada atrapalhou o desempenho da equipe: canseira, dificuldade de encontrar os detalhes (como foi exigente a Carol para que tudo estivesse MARAVILHOSO), tempo para a família, atenção para a Cora, encontro com amigos, ufa quantas coisas a mais para resolver em cima da hora quando se mora longe das coisas. No meio disso tudo ainda arrumamos mais uma função o Nivaldo, que terá um comentário posterior.
Minha opinião sobre a festa é que ela foi linda e cheia de ternura como uma FLÔR. Estou super contente de termos dado conta de realizar com muito amor e apoio de todos que a Carol já citou e mais alguns anônimos que estavam sempre ajudando no recolhimentode louças, organização de baneiro, cuidando dos filhos dos outros entre outras tarefas que engrandeceu a festa.
Até agora só falamos de trabalho e organização e as férias do título??? É isso mesmo, férias na cidade uma tremenda agitação.
2 de maio de 2011
Atualizando, depois de 1 mês de fortes emoções-...
Já faz mais de mês que não escrevemos. O que não significa dizer que o intervalo foi sem emoção, porque foram dias de energia pura!
Retomando, desde a partida para Brasília, que aconteceu no domingo, 27/03. O trajeto Rio da Conceição-Brasília costuma durar cerca de 7 horas e meia. Desta vez, resolvemos mudar o esquema; ao invés de partir no amanhecer, partimos às 4h da madrugada, para que a Cora permanecesse dormindo mais tempo durante a viagem. É que as últimas viagens foram um tanto cansativas: Cora cheia de energia NECESSITANDO engatinhar, dandar, agitar... enfim, gastar energia e o nosso espaçoso carro não tinha espaço interior suficiente para a Pequena. Feliz ideia a de sair durante a madrugada. Chegamos em Brasília pro almoço e a Cora não ficou irritada durante o percurso!
Chegamos bem e na hora certa! Parece que o Príncipe Felipe estava só nos esperando chegar para vir ao mundo. Ainda pudemos curtir o último dia de barrigão da Ju, irmã do Louva! Dia seguinte à nossa chegada, ou seja, dia 28/05, o Felipe rebentou! Menino lindo, 3kg e 50 cm, super bonzinho, um fofo. É um bebezinho, mas tem ritmo de adolescente: dorme de dia e badala geral de noite! Bem-vindo ao maravilhosos mundo das flores, Primo!
Flores! Foram elas que dominaram meus pensamentos todos os dias que estive em Brasília até o grande dia: a festa de aniversário da Cora! Eu e Louva visitamos mileuma lojas de festas em todo o DF. Foi garimpando uma flor aqui, um vasinho acolá, um regador aqui, balinha de coco caseira fresquinha lá, outra ideia cá, que conseguimos fazer da festa da Cora a festa dos nossos sonhos! Reunimos toda a família! Inclusive queridos que moram em outras cidades vieram celebrar conosco, o que nos deixou IMENSAMENTE contentes!
Que festa linda!!! Muitas, muitas crianças! Crianças que, ao chegarem na festa, eram filtradas pelo divertido parque de diversões em madeira! Somente os pais chegavam até nós para cumprimentar! Ver aquela mulecada correndo suada de um lado pro outro, me encheu o coração de alegria infantil.
A decoração, ficou tal qual a que sonhei e planejei durante um ano inteiro. Desde que Cora nasceu, durante as noite ou longas horas amamentando, eu e meu caderninho de anotações, rabiscando como seria a Festa das Flores da minha Flor Linda.
Cora, durante a festa, radiante! A Flor mais linda do mundo! Como é bela! Sapeca, carinhosa! Curtiu um monte sua festinha! Do mágico ao parabéns, cantado por um coro de cerca de 200 pessoas! Se encantou com os cata-ventos, os balões, a montanha de presentes e o sorriso de todos que pra ela sorriram!
Me empolguei! Fui direto pros finalmentes e pulei os 15 dias de integral dedicação à organização e preparação que antecederam a gran festa da Flô. Foram MUITOS, MUITOS "dias em campo"! Eu e Papai-Louva saímos cedinho de casa, deixando a Princesa com a Vovó, tia Dani, tio Alexandre e Tia Arlete, voltávamos pro almoço e uma mamadinha e logo partíamos pra rua de novo. Prazerosa canseira! Pra quem nunca fez festa de criança, vocês se surpreenderiam com a cascata de detalhes necessários para fazer uma linda festa acontecer. Quais sejam:
- papel de bala. Encasquetei que queria um tipo de papel de bala que tinha visto na internet. Eram papéis em formato de flores diversas. Procurei por eles em várias lojas e só encontrei na 78ª. Mas encontrei! Fiquei impressionada com a pouca diversidade de papéis de embrulhar bala. Só encontrávamos do tipo "rococó" em toda loja de festa que entrávamos. Até aquele mais simples, de franja, tá difícil de encontrar. Fanja dupla, então... só na 124ª loja. Mas encontramos: franja dupla verde, para a grama. Depois da dificuldade em encontrar papel de bala é que me liguei que as pessoas estão deixando de usar esse adereço nas festas. Mas eu faço questão! Tem que ter balinha de coco enrolada em papel de bala...
- bala de coco. Sou amante de bala de coco. A-M-A-N-T-E! Logo, a balinha de coco da festa da minha Amada Filhota não poderia ter qualquer bala de coco! Tinha que ser caseira, fresca, daquelas que derretem na boca. Conseguimos encomendar as balas para poucos dias antes da festa, para que permanecessem fresquinhas. Deliçura! Ah, foi preciso um mutirão para enrolar as balas!!!
- doçinhos. A primeira novela, claro, foi encontrar "AS" forminhas. Se o tema da festa eram flores, eu tinha que encontrar "aquela" forminha em formato de flor que fosse a cara da festa. E nas cores certas! Encontramos as formas perfeitas. Só que... minhas fiéis ajudantes que o digam: foram insuficientes pros mais de 1.000 docinhos que exagerei de fazer. Queridas tias Dani e Rê, Vovós Ceiça e Tê, Primas Isabele e Juli, Tivós Angélica e Sílvia, Tio Alexandre, Tio Beto, Tia Arlete... muitíssimo obrigada pela colaboração! Sem vocês, a festa não teria sido tão doce... e linda...
- decoração da mesa principal. Encontrar os baldinhos e regadores de alumínio para composição da decoração da festa foram outros quinhentos! Como foi difícil encontrar! (Aliás, quem levou emprestado os regadores de alumínio da festa, já pode devolver, porque eles não eram lembrançinha não, rs! Eram decoração!). Encontramos regadores do jeitinho que queríamos e que foram um charme a parte para a decoração da mesa.
-enfeites mesa convidados. Lindos carrinhos de mão feitos em madeira, recheados de balas embrulhadas como flor. Pudiam ser levados como lembrança da festa pelos convidados adultos.
-lembrançinha para as crianças. Regadores de brinquedo recheado com um saquinho de sementes de flores diversas.
- balões. Guirlanda de flores e flores espalhadas pelo salão.
- lugar da festa. Estrategicamente escolhido: um sítio agradabilíssimo, com muito verde, claridade, brinquedos em madeira, casinha na árvore, jardins, tranquilidade... lindo!
- animação. Contratamos um mágico para alegrar a criançada. Foi a maior sensação!
- cozinha. Pudemos contar com um time seleto nos apoiando na cozinha: as incríveis Arlete, Dê e Ana Lúcia. Obrigada, queridas, vocês foram DEMAIS!
- bebidas. Sem dúvidas: nada de alcool. Muito suco e água mais algum refri, consignado.
- rango. Hummmmm! Muitos acharam que era pegadinha minha, mas servimos galinhada com pequi! Que estava excelente, por sinal. Encomendamos a comida num restaurante e o grande Anderson (valeu o apoio, amizade!) a transportou. Ah, tinha a opção sem pequi também, para os bobinhos... Além do mais, tutu e toresmo.
- petiscos. Como petiscos, servimos os deliciosos biscoitinhos de coco suadamente feitos pela Vovó Tê e o Papaizão. E também o gostosíssimo, maravilhosíssimo pão-de-metro da Tia Ana. Sucesso total. Ah, e ainda: uma colorida mesa de frutas! Tem que incentivar o consumo, né!
- toalhas de mesa. De girassol, com fundo amarelo! Muito alegre!
- o bolo. De corte e em formato de flor! Encontrar a forma ideal é que foi complicado... Mas, enfim, ficaram lindos e, principalmente, saborosos! Obrigada, Drica!
- os convites. Queria um convite com foto, pra já ser mais uma lembrança. Marcamos uma sessão em estúdio, onde fizemos fotos lindas da Flô...
Nooooossa, cansei de tentar detalhar os detalhes. Mas sigo satisfeita de ter feito o registro. Fora os itens citados, ainda tivemos de correr atrás de aluguel de toalha principal, copos de vidro e plástico (pois dissemos não aos descartáveis), talheres, pratos, potinhos para sobremesa. Peraí, a sobremesa MERECE um item a parte.
- a sobremesa. Eu e Rê fizemos mousses de limão e maracujá (enquanto as primas e a tivó continuavam enrolando docinhos...) Além das mousses, as lindas tias-primas Flávia e Edi preparam umas deliciosas surpresinhas: mousses de açaí, amendoim e graviola e a incrível-deliciosa torta de sorvete. Obrigadão, queridas, vocês são mesmo uns doces! Indizível minha gratidão!
Então... tivemos de nos preocupar ainda, com as flores naturais da decoração (crisântemos, margaridas, mosquitinhos); guloseimas para a mesa de doces, cascata de doces, chapeuzinhos, língua de sogra, balão gigante, mais doces pro balão gigante, som, data-show, músicas, fotos, papa de bebe, recipientes para suco, milho de pipoca e saquinhos (esquecemos de estourar a pipoca no dia, rsrsrsrs!!!)... sutis enfeites diversos como nosso sino de flores, corrente de mini-girassóis, cata-ventos em forma de flor, chapéus pros pais usarem no parabéns, vela, pirulitos em forma de flor, pratinhos pra bolo, e até um carrinho de mão (de verdade!) para guardar os presentes, mapa do sítio, roupinha pra aniversariante: uma confortabilíssima, para brincar durante a festa, outra delicadinha, de princesa, pro parabéns...
Enfim... já não me recordo de todos os detalhes. Mas o principal, é que pudemos contar com muita gente nos apoiando nos bastidores! Obrigada a todos vocês que nos ajudaram de alguma forma e que ainda não citei, mas que foram DEMAIS: Vovôs Célio e Barradas, Cira, Pitil, Tivó Lu, Tivô Antônio Carlos, Wadjo, Rafael, Prima Camila, Padrinhos... e, claro, igualmente importante, todos os convidados, que fizeram da festa de 1 aninho da Cora, a melhor festa que podíamos imaginar!!! Até mesmo aqueles, que, por motivos diversos não puderam comparecer, mas que estiveram lá de alguma fora... mesmo que no pensamento!
Alegria e agradecimento são os sentimentos que me coloriram a alma ao fim do grande dia! Dizem que a festa de 1 ano do bebe é pros pais. Comemorar o primeiro ano da Cora, foi, definitivamente, um grande dia pra mim. Realizada!
Impossível resumir um mês em duas horas de redação. Ainda mais um mês tão intenso! Amanhã volto a escrever, pois já passa da hora da Mãe da Cora, que hoje sonhará com flores, ir dormir...
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