23 de maio de 2012

De volta à toca, digo, ao Toca

Celeste - 1 mês em Brasília
Celeste - 2 meses em Brasília
Celeste - 3 meses em Brasília

Depois de 3 bolos em Brasília, finalmente, domingo úlimo, comemoramos o 4º mês de vida da Celeste aqui no Tocantins! Corinha ajudou a fazer o bolo, claro!, que ficou delicioso!

Celeste - bolo do 4º mês no Tocantins

 Foram quase seis meses em Brasília. Nossa estadia rendeu muito mais que o esperado e, supreendentemente, foi muito melhor do que o imaginado. Afinal, estar fora de casa pode ser bom, mas se muito demorado, complica. 

Tínhamos certo que ficaríamos em Brasília no máximo quarenta dias após o nascimento da Celeste. Entretanto, uma séire de acontecimentos nos prenderam por mais tempo que o planejado. Primeiro, Celeste demorou quase o máximo possível pra nascer; depois, as complicações do parto e recuperação; depois as meninas griparam; depois eu tinha consultas; depois o Louva começou cursinho; depois a sinusite da Cora... ufa, daí depois, enfim, nos fomos.

Não podemos deixar de explicitar novamente nosso sincero agradecimento aos avós Barradas, que nos receberam de portas e coração abertos!  Vocês foram sensacioanis e fizeram da nossa estadia em Brasília um prazer! Obrigada por todo apoio, pela paciência, pelo espaço e pelo conforto. Sem palavras... só gratidão! Obrigada também Arlete, Dani e Alexandre!




3 de maio de 2012

Cora - festejando a Páscoa

Eu passei metade do ano matutando sobre a festa de 2 anos da Cora. Havia decidido que o tema seria "Passarinhos", cheguei até a comprar enfeites e esboçar o convite. Daí que em outubro ou novembro de 2011, verifiquei que o aniversário dela cairia num domingo de Páscoa. O pai falou:

- A Cora é sortuda mesmo! Eu nasci num domingo de Páscoa e desde então - fazem mais de 30 anos, nunca mais meu aniversário caiu na Páscoa outra vez! A Cora, logo no segundo aniversário, já cai na Páscoa!

Assim, com essa sorte toda, foi inevitável mudar o tema da festa, que passou a ser "Páscoa", óbvio.

Outras muitas noites matutando, muitas pesquisas realizando pra uma festa linda, como minha Cora, fazer. Com muita dedicação e imaginação, o que era pra ser uma festinha, virou um festão!

E, assim ficou:


Ovos pintados pela artista Corinha

Cora: orgulho da família, mimosa dos vovós!

Olha a cara da Cora... de boca no bolo!

Coelhinhos da Páscoa



Obrigada a todos que vieram festejar conosco! Vocês fizeram nossa festa mais bonita!

28 de março de 2012

Conhecendo Celeste

Tivós Tâ e Terê

Tia Rê
Aniversário de 1 mês



Vera

Tia Iris

Tio Black - pedalando junto

Tia Sarinha e Tio Daniel

Aniversário de 2 meses

24 de março de 2012

Ainda em Brasília...

Mais uma vez , tivemos nossas inteções de retorno pra casa postergadas. Primeiro foi por causa das complicações no parto que nos exigiram permanecer em observação; depois, por causa da comemoração do niver da Nêga, do 1º aninho do Lipe e das vacinas da Celeste; agora, por causa dum cursinho para concurso que o Louva iniciou.

De fininho, estamos ficando, ficando... há quase quatro meses. Muito bem recebidos, diga-se de passagem!

Do último post pra cá vários acontecimentos. Nossa Céu completou seu 1º mês de vida, devidamente comemorado em família com bolo e muito alegria!

Logo após, minhas princesas griparam, sendo que Cora ainda foi premiada com uma otite viral. Foram dias muito tensos, de tosse, febre, dores, falta de apetite e noites mal-dormidas. Com tempo, paciência, carinho e muuuuitos cuidados, as meninas melhoraram e hoje já estão daquele jeito: pipoquinhas!

Tanto tempo passou sem escrevermos que não mais registramos as nossas visitas, mas que continuaram acontecendo.

Essa semana, Celeste completou dois meses. Teve um bolo símbolo de duo: preto e branco, preparado por mim e Tia Nani ou Dinda. Teve também muita banguela, porque Celeste escancara aquele sorrisão pra todos que lhe olham com doçura. É muito risonha, a bebê mais risonha que já conheci.

Essa semana, Celeste também teve vacinas... e reações (febre baixa), mesmo tendo tomada aquela acelular, de clínica. Na consulta de mês, a alegria da engorda: já está com 4,5kg - de pura ternura!

Bão demais ser a mãe dessas duas lindas. Muito grata!

1 de março de 2012

Direto de dias atrás (um resumo do carnaval)

Esse carnaval foi bem bacana. A cidade ficou tranquila e a apesar da chuva cair, ela cooperou um pouco. Vovô barradas que junto com Tio Totonho e Antônio Carlos foram visitar a nossa casinha e passar um carnaval aproveitando o cavalo queimado. Isso foi muito interessante já que a casa já estava fechada a bastante tempo.

Na sexta saímos eu e Cora para dar umas voltas de bicicleta, quando fomos interrompidos por um pneu furado no parque da cidade. Incrível como as pessoas se solidarizam quando tem uma criança, haja visto o npumero de questionamentos se necessitávamos de ajuda, porém como o papai já tem anos de prática no assunto, não sai de casa sem seu conjunto de 1º socorros ciclisticos, ferramentas e uma graninha para uma água de coco estratégica.

Pneu arrumado saímos à procura de um posto para encher o tal, quando paramos na pioneira da borracha, onde ganhamos um pedaço de mangueira para adaptar como amortecedor da cadeirinha da Corinha, logo seguimos nossa procura, quando mais uma vez paramos, porém desta vez foi na Distribuidora de livros Arco Iris, para visitar a Tia Iris, Tia Olga Tiago e Mariâgela, já que o resto do elenco não é do meu tempo.

Tivemosuma manhã muito maneira no "mundo de letras", contando histórias e nos divertindo com a Tia Iris e suas Rosas Morenas. Logo seguimos para casa, pois se aproximava a hora do almoço.

Naquela noite se iniciava o desfile das escolas de samba de São Paulo, que o papai assistiu uma parte e foi deitar lá pelas 2:30 pois na mamnhã seguinte os "despertadores" seriam implacáveis.

No sábado pouca atividade, uma vez que chovia e só descemos para uma breve voltinha, porém de noite mais desfile, deitando por volta do mesmo horário, pois queria polpar para assistir o desfile do Rio que é mais bacana.

No domingo a atividade foi ferrenha, iniciando com a baratinha, bloco infantil de carnaval, popular de Brasília. O bloco estava animado e tinha para todos os gostos, montado com dois palcos um tocava músicas de axé e no outro músicas mais tradicionais e marchinhas com a banda pé de cerrado. Como era o primeiro dia de desfile no Rio e apesar de ter intenção de virar a noite assistindo os desfiles, o papai ficou acordado até mais ou menos o mesmo horário dos outros dias, derrotado pelo cansaço.

Segunda feira estávamos no parquinho quando a vovó Tê ligou para um rodízio de pizza em sua casa. Foi muito bacana eu e a Croa adoramos e trouxemos pizza para a mamãe que preferiu não sair com a Celeste. Naquela noite o papai conseguiu virar a noite na tv assistindo os defiles, com apenas um cochilo de 30 minutos.

dia seguinte só um pouco de parquinho, quando pensávamos em nos arrumar baa a baratinha caiu um pé d'água daqueles e ficamos tanquilos em casa.

dessa forma chegams na quarta feira de cinzas numa boa e com muita diversão.

16 de fevereiro de 2012

Bem-vindos!

Tias Rê-rê (e Sementinha!), Elisinha e Maricota
Tio Black e Tia Nat







Tia Cira e Tio Anderson
Essas foram os visitantes desses dias passados. Todos muito bem-vindos!
Não tiramos fotinhas, mas também deram um pulinho aqui: Vovó Tê, Vovô Célio e Tia Ju.

Muito obrigada pelas visitas! Foi um prazer enorme receber vocês em nossa casa e corações! Voltem sempre!!!

11 de fevereiro de 2012

Refluxo fisiológico

Semana passada, Celeste passou uns dias de agonia. Irritação depois das mamadas e muitas golfadas e vômitos volumosos. Supus: refluxo. Fui ler a respeito, na internet e no "A vida do Bebê". Realmente, eram sintomas de refluxo, daí tomamos algumas medidas que amenizaram a situação: deixá-la meia hora na vertical depois de cada mamada, mamar mais inclinada que deitada, não fazer movimentos bruscos depois das mamadas, elevar a cabeceira da cama. Esses cuidados melhoraram um tanto os incômodos da Celeste, mas não foram suficientes para livrá-la da queimação. 

Ligamos pra Dra. Maura e ela nos encaminhou à uma gastropediatra. Fizemos o exame para verificar o refluxo (ecografia) e foi constatado refluxo fisiológico (não patológico). O refluxo fisiológico é natural nos bebês; uns têm mais intenso, outros menos. TRata-se da imaturidade do esfincter, um músculo localizado na boca do estômago, que não se contrai como deveria a fim de evitar o retorno do conteúdo estomacal. Normalmente, o refluxo fisiológico melhora aos seis meses e se cura quando a criança faz um ano. 

Como Celeste estava muito irritada com a queimação, a gastropediatra receitou o Label, um antiácido a ser tomado duas vezes por dia. E também, uma rigorosa dieta para a mamãe - nada de frutas citricas e alimentos ácidos; corantes; alimentos condimentados e gordurosos; queijos amarelos; e aí vai uma série de restrições...

Seguindo o tratamento, Celeste não reclama mais depois das mamadas e está bem melhor das golfadas/vômitos.

9 de fevereiro de 2012

Meninas da minha vida

É muito sono...

Brincando no Piton Farias (Parque da Cidade) com Papai - hoje




Hoje Celeste completa 20 dias e Cora 1 ano, 10 meses e 1 dia.

Tanto, tanto amooor. Estou realizada com as princesas de minha vida. Transbordando de amor por todos os poros. Minhas preciosas ensinam o sentindo da vida.

Hoje a Cora sismou de dizer que ama o Sapo Cururu, um livrinho de pano - "Te ama". Eu: "Fala que você ama a mamãe também" -  "Não, mamãe não. Sapu Cululu"... engraçada demais!

6 de fevereiro de 2012

Visitas da semana

Tia Maru e Tio Cirio
Tia Lu e Biso

 
Tia Zeti, Tia Mari e Luan

Família da Arlete: Noronha, Rodrigo, Jéssica e a pequena Talita

Tia Bisa e Bisa

Tales, Bia e Tânia

Família Sena
Raimunda Sena




Isabele

Tia Angélica

Tia Jac

3 de fevereiro de 2012

Comportamento

Todos querem saber como Cora está se comportando com a chegada da Celeste. 

A verdade é que o comportamento da Cora é a cada dia, uma surpresa. Com a maninha, ela sempre é amor, carinho e beijinhos. Adora a Celeste.

Mas por mais que demonstre carinho pela Mana, Cora não deixa de refletir em comportamento suas angústias, seja pelo medo da substituição, seja pela "falta" do colinho da mamãe. Muitas vezes, se mostra inquieta e rebelde. Ora agressiva, ora carente. De fato, não tenho podido dar a atenção que lhe dava outrora. Principalemente por causa das limitações impostas pela cirurgia. Não dá pra sentar no chão pra brincar, correr com ela, descer pro parquinho, brincar de gastar energia. Não dá pra pegar no colo (e ela sente muita, muita falta disso. Diariamente me pede, insistentemente que a pegue no colo. Explico que não posso, pois minha barriga está dodói, mas ela não desiste de pedir. Às vezes, coloco-a no colo, sentada, ela se deita e se deleita, se derrete toda, mas não satisfaz).

Felizmente, temos contado com apoio total do pessoal aqui de casa para dar atenção à Corinha. É um tal de pula-pula com Tia Nani, rabiscar e passear com a Vovó, chocolates do Vovôzão, sucos e bolos da Aléte... família tudo de bom!

O denguinho da Nêga piorou com a falta do papai, que ficou três dias dodói, sem poder dar colinho e atenção também.

Temos conversado muito com Cora, explicando que a situação é temporária. Mesmo assim, fico com o coração partido, muitas vezes, diante do fato de não poder lhe pegar no colo no instante-já, de não poder sentar no chão pra brincar, de não poder ir pra areia, sequer lhe dar um bom banho! Se é dificil pra mim, imagine pra ela... (Não troco a dor de dez partos normais por uma cesárea. Cesárea é sucks! Recuperação demorada e delicada demais... sinto-me impotente). Mas vamos que vamos. Dia após dia, melhor. Pouco-a-pouco. Loguinho estarei correndo e brincando com as minhas preciosas; fazendo trilhas e explorando o mundo.

2 de fevereiro de 2012

Exames e vacinas, bens necessários

Teste do pezinho dá dó do bebê, mas nos dá informações muito importantes do estado de saúde deles e nos livra de várias preocupações.
Na hora do teste, Celeste se comportou como a Cora quando o fez, chorinho de 10 segundos e depois continua dormindo. Esse é mais um sinal que teremos mais uma leide em casa.
Porém pela manhã que veio a boa notícia do dia, uma vez que fizemos a primeira consulta pediátrica da Celeste, fora do hospital. Assim como o Dr. Amaury, que cuidou da cora, fomos a uma pediatra da família Sena Barradas. Ela se chama Maura e respira conhecimento naquilo que diz.
Durante a consulta tudo ótimo, reflexos 100%, crescimento fantátisco, com 50,5 cm, e um ganho de peso ótimo, com 3,100 Kg.
Em casa a Corinha tem se comportado muito bem. A cada dia mais tranquila com o alvorecer da Celeste e com a estadia na capital, hoje foi até ao shopping com a vovó.

31 de janeiro de 2012

Recuperação 10!

Hoje fui no Dr. Petrus tirar os pontos. Celeste foi conosco e se comportou anjinha! Benção de menininha... só alegria!

Dr. Petrus solicitou um hemograma completo, o qual já temos resultado: aquela anemia braba praticamente já era! IUPI!

Muito rápida essa minha recuperação. De certo muitos cuidados foram fundamentais para a mudança do quadro: superdose de combiron, transfusão de sangue, ferro na veia, açaí, suco de clorofila, lentilha, feijão, rapadura, melado, beterraba, couve, espinafre, fígado... mas, sobretudo... a atenção e carinho que recebi aqui em casa. Isso sim foi o determinante para minha surpreende rápida recuperação! Obrigada pelos cuidados, família!
 

Algumas fotinhas da família pra comemorar a recuperação:

Amores da vida!

Pequena Celeste, Imenso Amor!

Viva a vida!

De mãos dadas... sempre!





30 de janeiro de 2012

Casadelas

Como antecipado pela Carol, no que seria minha próxima postagem, estou iniciando a vida literária da Corinha. Claro que já tínhamos lido para ela, porém agora ela que anseia pela literatura, o que nos tem deixado com muito orgulho.

Reafirmado minha alegria literária, passo para a Casadelas.

Lá em casa, como sempre foi em minha vida, estou cercado de mulheres. Na casa dos meus pais chegaram a ser 8, as mulheres em minha vida. Na escola por ser ruim com as bolas, estava sempre na arquibancada, junto das tietes. No segundo grau, tinha um grupo onde éramos eu o Hellen e mais umas 10 mulheres (que costumo chamar 5 per capta). Na universidade encontrei "A Mulher", a mãe dos meus anjinhos, com quem tive 3 filhas, por isso arrumo a frase, mãe das minhas anjinhas.

Com as mulheres então sigo meus dias, achando bom ter esse grande privilégio de acompanhar de perto a infância das minhas preciosas. Como já disse a Carol me desdobrando para dar atenção a todas, porém me canso com muita alegria

29 de janeiro de 2012

Celeste - 10 dias de vida

Hoje Celeste completa 10 dias de nascida.

Dez dias de casa e coração mais cheios e iluminados. Uma benção de menina. Tranquilíssima, que nem a Cora quando bebe: mama bem, dorme 3-4 horas seguidas, acorda só 2 vezes na madrugada - é uma princesinha. Chora pra trocar fraldas, às vezes. Ou quando quer arrotar. E também na hora do banho.

Falando em banho, hoje pela primeira vez dei banho na Celeste. Como eu gosto dessa parte dos cuidados com o bebe. (Não sei qual parte não gosto na verdade...) Correu tudo bem, muito mais fácil que o primeiro banho na Cora!


Fico impressionada com a esperteza da Celeste. Presta atenção em tudo e desde que nasceu mexe e segura o pescoçinho. Muito observadora e curiosa.

Sobre Corinha, nasceu a presa direita inferior par de dias antes do nascimento da Celeste e as outras estão a caminho, mas com menos "barulho" dessa vez.
Cora agora está explorando o universo literário. Antes de dormir, papai lhe conta histórias de livros que mamãe lia quando era criança. "Qué tólinha, qué tólinha, papai". Papai, claro, fica todo prosa e satisfeito de introduzir literatura na vida da menina.


Cabe ainda no post de hoje um especial obrigada à Vovó Linda, que tem nos mimado bastante, fazendo da nossa estadia em Brasília um verdadeiro momento de prazer e bem-estar em família. Ela cuida da Cora, da Mamãe, da Celeste e de toda a família. Cora está apaixonadíssima por ela e adora rabiscar junto. Já a Celeste, se derrete toda no seu colinho. Obrigada por você existir, Vovó!


27 de janeiro de 2012

Renascendo


Sobre o parto, preciso repetir o relato do meu Bem, pois foram momentos muitíssimos tensos, marcantes e milagrosos que merecem ser relatados com o olhar da “vítima”...

Mês antes de parir, eu sonhei que precisava de transfusão de sangue e que, para isso, injetavam uma agulha de sangue no meu pescoço. Meu pai também teve sonho, ou melhor, pesadelo com meu parto.

Não sei o porquê, mas estava sentindo alguma coisa sobre esse parto. Eu estava com medo de morrer de parto. Na família por parte de mãe, tem algumas histórias de morte de parto.

Como o Louva disse, foram cerca de quinze horas de trabalho de parto. Extremamente exaustivo. Eu estava muito exaurida às vésperas do parto, cheguei a pensar se teria a força final suficiente para expulsar, pois estava cansadíssima, além de ter vomitado bastante. Louva sempre ao meu lado, oferecendo-me as forças que eu parecia não ter mais.

Quando atingimos os nove centímetros de dilatação, o Dr. Petrus Sanches falou que estava na hora, dali a menos de uma hora, teríamos Celeste nos braços. Foi quando a bolsa foi rompida, a meu pedido, na intenção de acelerar em alguns minutos o nascimento, já que me encontrava quase sem forças.

Muita, mas muita água correu de mim. Pelos exames ecográficos da véspera, a quantidade de líquido amniótico em mim tinha o limite máximo considerado normal. Seguido o rompimento da bolsa, o Dr. Petrus fez um toque, no qual constatou que o cordão umbilical se encontrava no canal vaginal, ao invés da cabeçinha do bebe. Ele disse que o rompimento da bolsa foi como tirar um ralo de uma banheira. A pressão da água descendo puxou primeiro o cordão umbilical ao invés da cabeça. Ele olhou pra mim e falou “infelizmente, estamos com um quadro de cesárea, a cabeça do bebe vai pinçar o cordão”, o tal prolapso.

Vindo do Dr. Petrus, não questionei a necessidade da cesárea. Ele disse que seria um procedimento de emergência e que, para evitar o prolapso, eu deveria me manter imediatamente em posição de reza maometana.

Não tínhamos tempo para os procedimentos padrões de preparação para a cirurgia, por isso a anestesia foi dada sem anestésico, o que fez com que tivessem que me furar algums vezes na coluna, já que, pra mim, era inevitável me mexer ao sentir a agulha penetrando meu nervo.

Anestesiada, em poucos minutos fui cortada e a Celeste irradiada. Fez-se silêncio na sala e eu tive medo de perguntar qualquer coisa. Passado alguns minutos, eu tinha a certeza do nascimento, mas ninguém me falou nada. Eu perguntei pro Louva: cadê a Celeste¿ Ele disse que ela já tinha nascido. Daí o Dr. Petrus emendou: você ouviu ela chorando¿ O Louva disse que sim. É que ela chorou fora da sala de cirurgia. Foi levada rapidamente pela pediatra sem que me a apresentassem.

Fiquei tranqüila quando o Louva disse que a escutou chorar. Então pedi que ele fosse aonde ela acompanhar os procedimentos.

Louva foi e eu lá deitada, sendo costurada e pensando mil coisas, ansiosa por notícias. Ele voltou com os olhos sorridentes! A transparente alegria do seu olhar confortou-me imediatamente; não tinha como não estar tudo bem com Celeste. “Uma gatinha, Carol! A cara da Cora! Igualzinha! Linda, linda”; “Nasceu roxinha mas tomou um fôlego e já está toda animada, se mexendo bastante!”; “Assim que terminarem os procedimentos, eles vão trazê-la aqui pra você ver”.

Nunca vou esquecer a minha primeira vista dela. Realmente linda, e toda esperta! Inevitáveis lágrimas rolaram pelo meu rosto, pura felicidade. Minha vida mais iluminada naquele instante.

Passados os longos minutos de costura, fomos pra sala de recuperação, onde começaria novo drama. Assim que chegamos, Celeste foi posta em meus braços, dei-lhe o peito. Que emoção: estávamos roçando nossas peles pela primeira vez.

Nessa sala, o Louva não pôde ficar junto por muito tempo. Eu devia ficar ali até passar o efeito da anestesia, em observação. 

Passada uma hora e meia, eu já podia sentir meus membros inferiores e a técnica de enfermagem disse que, por isso, eu estava de alta. Começaram então os procedimentos para eu ser encaminhada para o quarto: retiraram os equipamentos de monitoração dos sinais vitais e deu-se início à minha higienização. Retiraram de mim o cobertor quando, para espanto de todos, foi constatado que tinha sangue na cama da altura da minha cintura aos meus pés.

Um mínimo esforço que fiz, senti-me mal. “Eu tô tonta, não to bem, eu não to bem...” puft, senti o corpo frio, suei gelado, apaguei. Nessa hora, vi a tal luz no fim do túnel. Vi Jesus Cristo me recebendo de braços abertos, crucificado.

(Ainda estou refletindo muito sobre esse episódio, pois minha religiosidade é turbulenta. Ainda não sei bem no que acredito ou creio. Mas o fato é que eu vi Jesus. Pode ter sido a semente plantada no subconsciente, pode ser que não. O certo é que não pestanejei em prestar sinceros agradecimentos aos Céus. Rezei Ave-Maria, Pai-Nosso, Credo... agradeci profundamente a oportunidade de continuar ao lado da minha família em formação).

De repente, estou de volta ao meu corpo e um monte de médicos ao redor. Trouxeram-me de volta os sentidos, colocaram oxigênio e escutei a solicitação imediata de bolsas de sangue. “Você ta bem¿ Você ta bem¿”, fiz que sim com a cabeça desorientada. Pensei: “putz, não vão mais me dar alta daqui, não vou mais pro quarto agora”. Óbvio que estava louca para compartilhar a emoção de estar com Celeste com o Papai e família... era no que me concentrava.

Demoraram, mas chegaram as bolsas de sangue. Nesse intervalo, tive outras duas crises. Somente com o sangue alheio adentrando minhas veias é que a sensação de morrência acabou. (Doem sangue! Salvem vidas!). Escutei a médica dizendo que minha pressão chegou a 5x2, apesar de eu não saber bem o que isso quer dizer.

Durante a transfusão, retornou o Dr. Petrus. Preocupadíssimo, veio me dizer a importância e conseqüências do sangramento: corria sério risco de terem que retirar meu útero. “Carol, o que você pensa sobre ter mais filhos¿ Já conversaram sobre isso¿ É que se esse sangramento não parar, vamos voltar pra sala de cirurgia e retirar seu útero”. Mais lágrimas rolaram sobre meu rosto, só que desta vez, eram lágrimas de profunda tristeza. “Vocês querem mais filhos¿” “quero mais...” chorando. “Não fica assim. Vou fazer de tudo pra evitar isso”. Logo ordenou aos assistentes: “três ampolas de ocitocina no soro, bolsa de gelo sobre o ventre e sonda”. “Vamos ver se conseguimos contrair esse útero e parar o sangramento, tá. Fica tranqüila. Vou lá fora conversar com seu marido e família agora”.

Instalada a sonda, nova surpresa: parecia que a bolsa estava recolhendo sangue ao invés de urina. Dr. Petrus assustou e foi conferir se a sonda estava no lugar certo. Estava. “Carol, está saindo sangue da sua bexiga. Pode ser que ela tenha sido lacerada durante a cirurgia. Se isso tiver acontecido, vamos ter que voltar pra sala de cirurgia e dar uns pontos. Vamos fazer alguns exames agora: tomografia e ecografia para investigarmos esse outro sangramento”.

Feitos os exames, constatou-se que o sangramento não era da bexiga, mas direto dos rins, que estavam dilatados e sangrando, sabe-se lá o porquê. Nenhum médico conseguiu explicar isso ainda.

O fato é que o esforço do Dr. Petrus para evitar a retirada do meu útero funcionou. O sangramento diminuiu e o útero estava respondendo aos estímulos para contração.

O problema agora era o sangramento dos rins. “Carol, vamos te encaminhar pra UTI, onde você vai passar a noite, para que o monitoramento desse sangramento seja mais rigoroso. É possível que você esteja com algum problema de coagulação. O plantonista de hoje é meu amigo e é hematologista. É o Dr. Rodolfo, ele vai saber proceder melhor que eu no controle dessa situação”.

Lá fui eu pra gelada UTI, longe da minha recém-nascida, do calor da família. Mãe, pai e marido foram lá me visitar, sendo que o Louva burlou as regras e foi várias vezes me ver, iluminando e aquecendo meu quarto com seu tenro e induvidável amor.

Noite estranha, sem conseguir dormir bem, apesar do cansaço. Não parava de pensar na família, na Celeste, como estariam¿ Amanhece logo, vai...

Só dava pra saber do amanhecer por causa do relógio da parede. A luz da UTI é a mesma nas 24h do dia. Muita luz, muito bi-bi-bi-bi. Estava ansiosa por sair dali, o que se deu somente depois do almoço.

Fui recebida pelo meu maravilhoso marido carregando Celeste, ao som de Roberto Carlos “eu te darei o céu meu bem, e o meu amor também... eu te darei o céu meu bem e o meu amor também”... e uma mensagem escrita: BEM-VINDA MAMÃE! SENTIMOS MUITO SUA FALTA

(Querido, você não existe... quer dizer existe sim! E é perfeito pra mim. Obrigada por você existir, meu amor!)

Tomei Celeste em meus braços, dei-lhe mama. Amei estar ali.

Logo chegou o Dr. Petrus, falando da possibilidade de alta, a depender do resultado do exame de sangue. O resultado foi desfavorável então eu tive que ficar mais um dia no hospital tomando ferro na veia, mas agora, menos mal, pois ficaria no quarto com meus amores, não na UTI.

Dia seguinte mais um exame de sangue: anemia brava, quadro de transfusão. Mais um dia no hospital, mais ferro na veia.

Cora veio nos ver. Entendeu perfeitamente tudo que estava acontecendo: o nascimento da Celeste. O encontro delas foi uma coisa linda de se ver. Cora amorosissíma com a mana – encheu-lhe de beijos, mimos e abraços. Princesas!

Ah, cabe dizer que Celeste além de fisicamente parecida com a Cora (linda!), é igualmente tranqüila. Mama e dorme, quase não chora. Outra lady. Amorzinho de bebe! Dá trabalho não!

Bom, retomando à história da hospitalização.... Sem atingir o efeito esperado do ferro na veia, foi necessária mais uma transfusão de sangue, recebi outras duas bolsas e enfim: ALTA.
Saímos do hospital às 21h, Vovozão foi nos buscar.

OBA!!! Chegamos em casa! Fomos recebidos pela Cora, Vovó e Tia Dani, que nos preparam um delicioso lanchinho. Coisa boa chegar em casa... estar cercada de pessoas amadas... de cuidados especiais... obrigada por vocês existirem, família amada!

Em casa, sigo recuperando da anemia, que ainda é intensa. Mas melhor que os complementos de ferro e alimentação reforçada, é o amor, carinho e atenção que tenho recebido aqui. Mamãe está sendo MARAVILHOSA! Arlete, Dani, Pai e Alexandre... todos colaborando para que nossa estadia aqui seja super tranqüila e agradável. Muito obrigada! Vocês são ótimos e por isso estou me recuperando ainda mais rápido!

O Louva então... meu amor, meu companheiro, meu alicerce. Cuidadoso, atencioso, carinhoso. Está se desdobrando para cuidar de mim, da Cora e Celeste. E o faz com perfeição. Meu Bem, você é nosso herói! Obrigada por tudo, meu amor! Amo amo amo!

25 de janeiro de 2012

Dia de festa

Se Morena estivesse conosco, hoje seria dia de festa. Bolo e docinhos para comemorar 7 aninhos.

Saudades, meu anjo...

Pai de filhas


A evolução se dá por todos os poros e isso é algo que devemos aproveitar.

Hoje veio um estalo de um assunto que sempre me interessou. Pais têm preferência por filhos? Sempre achei que não, ou não deveriam, porém há pais que declaradamente tem e outros que enrustidamente também tem.

Meu caso, e acredito que o da Carol também, é: 

“Que quanto mais
Você dá e divide
Mais cresce
Parece multiplicar
Quem adivinha o que é
- que é amar!”
Renato Rocha

Eu acredito que cada filho, no meu caso filhas, tem sua demanda e necessidades, por isso os pais devem dosar a atenção nesse sentido, até mesmo porque ao longo da vida, como tudo que é orgânico, vai mudando e se adaptando.

Foi o sentimento que tive ao ver a Cora, quando cheguei em casa trazendo a Celeste e ao longo dos dias que se seguem, que o amor só vai multiplicando.

“façamos, vamos amar.”

22 de janeiro de 2012

Haja CORAção. O nascimento de uma estrela, ou melhor do Céu inteiro. Apresentando Celeste e irmã da Cora.

Era 19 e tudo corria bem, uma ansiedade para a chegada de Celeste que passara da data prevista, porém ainda dentro do limite. Foi aí que ás 13 horas as contrações (braxton-hicks ou falsas), que já vinham dias a fio, começaram a ficar ritmadas e doloridas, desencadeando o trabalho de parto, como deveria ser.
Devido a esse quadro, no meio da tarde ligamos para o hospital Brasília, para reservar o quarto, pois queríamos um que a varanda fosse virado para o jardim, caso não fosse possível, procuraríamos o hospital Santa Lúcia, que é munido de uma boa ala de pediatria.
Seguramente nunca sentiremos, digo pelos homens ou as que infelizmente tem medo e ou são impossibilitadas de passar por um parto natural, as famosas dores do parto, ditas as mais fortes entre as dores. Continuando, por volta das 11 horas da noite as contrações ritmaram a cada 5 minutos o que indica trabalho de parto efetivo e ao nosso ver a melhor hora de avisar o médico e se dirigir ao pronto socorro do hospital escolhido.
Malas no carro, médico avisado e contrações a cada 5 minutos por mais de uma hora, seguimos para mais um parto no Hospital Brasília.
O doutor Petrus Sanches como sempre muito atencioso nos encontrou no pronto socorro, onde já havíamos recebido os atendimentos do plantonista, doutor Mauro. Lá ele organizou a papelada da internação e nos enviou para o nosso quarto.
O trabalho de parto seguia muito bem e dolorido como esperado até as 4 e 20 da manhã, sempre com o acompanhamento do doutor Petrus, que fazia acompanhamento da evolução a cada 25 minutos.
Oba, enfim chegamos nos esperados 9 centímetros de dilatação do colo do útero, a Carol nesse momento já estenuada das contrações resolveu por acatar o rompimento artificial da bolsa, que aceleraria o nascimento da Celeste. Então o doutor apenas com o toque do dedo perfurou a túrgida bolsa, que continha uma grande quantidade de líquido aminiótico.
Pelo fato da quantidade de líquido estar no limite máximo aceitável como normal, no rompimento da bolsa ocorreu um fluxo muito grande de líquido, como o estouro de um balão com água. Devido a esse grande fluxo, o cordão umbilical saiu para o canal vaginal antes da cabeça da Celeste, um quadro extremamente desfavorável, já que se a cabeça se encaixasse no canal estrangulariria o cordão, cortando assim o fluxo sanguíneo para o bebê.
Quando o doutor Petrus constatou esse quadro através de um “toque”, iniciou ali uma grande mobilização para realização de uma cesária de emergêngia, para evitar o tal prolapso, que é exatamente o estrangulamento do cordão.
Cirurgia realizada com grande sucesso, veio então ao mundo nossa linda e terceira filha, a Celeste. Abrindo uma pausa, como ouvi dias desses, isso se assucedeu por eu ser um cara que só faço o que gosto, por isso só fiz mulher.
Como não podia mais permanecer ali, deixei Carol e Celeste no centro cirúrgico e volte para o quarto para descansar um pouco. Acordei após umas 2 horas de sono e fiquei aguardando o retorno das minhas mulheres. Passou 1, 2, 3 horas e nenhuma notícia. Quando resolvi que passava de hora de buscar a tal notícia, que meu mundo quase veio a baixo.
Fui recebido na porta do centro cirúrgico pelo médico de plantão que me passou, não sei por que gostam de omitir fatos, a notícia que ela tinha tido uma intercorrência, mas em breve iria para o quarto.
Passada uma hora recebi de uma enfermeira a notícia que a Carol tinha tido um sangramento excessivo e estava recebendo transfusão. Imediatamente liguei para o doutor Petrus que disse já estar ciente e a caminho do hospital.
Daí para frente um grande pavor toma conta de mim, porém mesmo assim consegui manter a calma, uma vez que a Celeste saiu do centro cirúrgico e foi internada no quarto comigo.
O doutor Petrus quando chegou foi ver o quadro da Carol e logo veio trazer as notícias. O quadro dela era preocupante, pois o sangramento era importante e o útero estava “mole” e havia a possibilidade de sua retirada, caso não contraísse com o medicamento e parasse o sangramento.
Pedi então ao doutor Petrus que me levasse ao centro cirúrgico para ver a Carol e ele assim o fez. Naquele momento o sangramento havia diminuído, porém a urina estava saindo pela sonda com bastante sangue. Por isso a Carol foi levada para fazer uma tomografia para ver se havia ferimento na bexiga ou em algum outro órgão.
Uma surpresa durante o exame, sangue nos rins, fato até agora não explicado, mesmo após ouvir a opinião de alguns outros médicos de diferentes especialidades.
As 18 horas a Carol foi levada do centro cirúrgico direto para UTI, mesmo com um quadro mais estável, foi levada por precaução, já que ali há um monitoramento constante.
Imagino que noite a dela, passar lone da Celeste, já que esta não podia entrar na UTI. No entanto tivemos uma noite super tranqüila a vovó Tê passou a noite conosco. O papai teve um merecido apagão, após horas de tensão de um trabalho de parto mais uma cesária e ainda uma aflição com a situação da querida (e linda, diga-se de passagem) companheira.
Após 21 horas na UTI a Carol foi recebi com muitos sorrisos no quarto, éramos só eu e Celeste, mas os sorrisos eram tão grandes que valiam por centenas. Fizemos um cartaz de boas vindas na tela do computador e tocamos Robertão (eu te darei o céu meu bem) música bem apropriada para a ocasião.
Após a saída uma visita maravilhosa, a Corinha (auto intitulação), veio ver a “telete”, foi um amorzinho, pedindo para a maninha não chorar, dando beijos e carinhos, tudo filmado.
Hoje somos uma família “mais” completa.










Após a tempestade vem sempre a bonança.

17 de janeiro de 2012

Boas lembranças da infância





Hoje fomos ao Parque da Cidade. Pura diversão. Prazer enorme estar com vocês, família! Amo!

16 de janeiro de 2012

Guardando luz

Continuo gestando Celeste. Ontem era a data prevista do parto, quando completamos 40 semanas. Mas Celeste está achando booom ficar guardadinha em mim, sem pressa nenhuma de mostrar seu brilho. Quentinha e colada num coração que pulsa amor... Celeste prefere curtir mais uma lua no ventre da mamãe.

Família e amigos têm ligado e entrado em contato com muita frequencia, pra saber se rebentamos, pelo que agradeço muito a atenção, preocupação e carinho. Porém... confesso que não aguento mais ouvir "essa menina não quer nascer não é?". É muito chato, de forma que estou até evitando as festas de família e amigos.

Esclarecendo a todos: uma gestação a termo (bebê maduro) dura de 37 a 42 semanas. Ou seja, desde 25 de dezembro de 2011 Celeste está protinha para vir ao mundo. Porém, não é nada anormal que a gravidez vá até o dia 29 de janeiro de 2012, sem riscos para mim e Celeste.

Portanto, sem pressão, pessoal. Agradeço a atenção e adianto que está tudo super bem, na santa paz, e no ritmo da Celeste. Ela virá e irradiará quando achar conveniente.

Há quinze dias atrás, eu estava me sentindo um tanto insegura, pesada. Hoje me sinto super disposta e firme, tranquila para parir. Que venham as contrações!